Fachin dá 15 dias para União providenciar água potável e alimento a quilombolas

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O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, deu prazo de 15 dias para que a União adote uma série de providências sobre o fornecimento de água potável e a adoção de medidas de segurança alimentar à população quilombola. A decisão foi dada no âmbito de petição que é ligada ao julgamento, em junho, em que o Plenário determinou ao governo federal a elaboração de um plano de combate à covid-19 para a população quilombola.

Na ocasião, foi determinado à União que apresentasse, também em 15 dias, uma proposta de ampliação do fornecimento de água potável e a distribuição de alimentos, incluindo merenda escolar, a todas as comunidades quilombolas.

Tal decisão foi dada, por sua vez, no âmbito de ação ajuizada pela Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (Conaq), juntamente com o Partido Socialista Brasileiro (PSB), o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), o Partido Comunista do Brasil (PCdoB), a Rede Sustentabilidade e o Partido dos Trabalhadores (PT) - também são os autores da petição.

Depois de respostas da União, da Procuradoria-Geral da República (PGR) e da Conaq sobre as medidas do plano, o ministro Edson Fachin destacou que as ações apontadas pelo Executivo federal são anteriores à decisão do STF, o que demonstra que não houve o seu efetivo cumprimento. As informações foram divulgadas pelo STF.

Segundo o ministro, a União não indicou quais as comunidades atendidas pelo fornecimento de água e como pretende ampliar as ações às comunidades não atendidas em prazo que satisfaça a urgência decorrente da pandemia.

Na decisão datada da última quinta, 16, o relator apontou, ainda, que há divergências sobre o cumprimento da decisão em relação à distribuição de alimentos às comunidades quilombolas. "Não há, de fato, para além de dados gerais, informações objetivas que permitam certificar o cumprimento efetivo das ações e, especialmente em quais comunidades quilombolas", assinalou.

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Na manhã de desta quinta-feira, 27, no Quarto Nordeste, Thamiris aconselhou Camilla a não falar nada sobre o jogo com Daniele Hypolito no Big Brother Brasil 25.

Camilla especulava sobre seu desempenho na próxima prova do líder, lamentando a possibilidade de estar menstruada de novo em uma prova de resistência. Assim que Daniele e Vitória Strada saíram do quarto, Thamiris aconselhou: "Evita falar as coisas na frente da Dani."

"Não que ela seja uma rival nossa, mas ela é muito mais aliada do outro quarto", continuou a nutricionista. "Mas eu sei o que eu estou falando perto dela", retrucou Camilla. "Mas eu acho que não deveria falar nada, entendeu?", reforçou Thamiris.

"Eu acho que não tem que falar nada na frente de ninguém. Nenhum detalhe do seu jogo. Com o Maike ontem eu falei sobre coisas que a gente estava sentindo, mas não falei sobre o que a gente pensa, como vamos jogar, nada disso, entendeu?"

As irmãs continuaram conversando sobre o jogo e suas impressões das pessoas na casa. As duas acreditam que há muitos jogadores agindo apenas por conveniência. Camilla prometeu: "Quando eu ganhar o líder, vou fazer uma movimentação nessa casa aqui, vão ficar loucos comigo."

Em conversa com sisters do Quarto Nordeste no Big Brother Brasil 25, Thamiris contou que Renata e Eva sentem ciúmes da aproximação de Maike com ela e a irmã, Camilla. A nutricionista relatou os olhares que viu das bailarinas quando conversava com o paulistano.

A desconfiança de Thamiris não é à toa. Renata já admitiu estranhar a aproximação de Maike com as cariocas.

A nutricionista ainda revelou que Maike disse para ela que está muito cansado do jogo. "Cansado dessa coisa toda que está acontecendo, de como as pessoas agem por conveniência e por comodismo". Vitória complementou: "O Maike gosta de competição. Ele sabe que para ele é muito mais interessante sair amanhã e ter movimentado do que sair daqui a dois meses e não ter feito nada."

As sisters continuaram, criticando atitudes de João Gabriel, que em sua liderança preferiu colocar no alvo Vitória do que Daniele ou Diego Hypolito, com quem já tinham tido embate. Camilla opinou: "As pessoas jogam sujo. Preferem colocar um aliado para se f*** do que se comprometer para não ganhar voto."

Em conversa com a aliada Gracyanne Barbosa no Quarto Nordeste, Camilla desabafou sobre estar se sentindo mal na casa do Big Brother Brasil 25.

"Até uns dias antes não tinha nada. Agora está todo mundo em cima de mim. Agora eu consigo entender também como a Vitória se sentiu um pouco, como ela se sente sendo a primeira da linha de frente da galera. Mas diferentemente dela, eu não fico tentando agradar", desabafou a trancista.

"E tem o efeito manada também, é muito mais fácil ir em cima de uma pessoa que todo mundo tá indo", disse Gracyanne. Vitória Strada entrou no quarto em seguida, e o assunto foi encerrado. Mais tarde, quando se arrumava enquanto as sisters dormiam, Camilla caiu no choro ao colocar um colar com o dizer 'Super mãe'. Logo, porém, ela secou as lágrimas e sussurrou: "Não vou chorar."

Camilla tem sido alvo de muitos brothers, especialmente depois da briga com Vitória. No último Sincerão, a sister foi a que mais recebeu acusações. Ontem, a trancista foi barrada da Festa do Líder João Pedro e não conseguiu realizar a tarefa para voltar à festa.