'Vamos manter diálogo permanente com partidos da oposição', diz Padilha

Política
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O ministro da Secretaria de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, afirmou nesta quarta-feira, 8, durante reunião do Conselho Político do governo, que o Palácio do Planalto vai manter diálogo permanente com os partidos da oposição no Congresso. No encontro, Padilha falou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva construiu uma "frente ampla".

"Estamos compondo, de fato, uma frente ampla de construção política, de esforço, de união e reconstrução do País. Quero reafirmar que aquela era que existia aqui no Palácio do Planalto, em que se dizia que ia fuzilar a oposição, acabou", declarou o ministro, ao criticar uma fala do ex-presidente Jair Bolsonaro.

"Vamos manter diálogo permanente com aqueles partidos que hoje se declaram oposição, que de alguma forma não quiserem participar do governo", emendou Padilha, responsável pela articulação política com o Congresso. De acordo com o ministro, o Conselho Político deve se reunir mensalmente, numa espécie de "fórum permanente". O diálogo do Planalto, segundo ele, será também com governadores, prefeitos e sociedade.

Para a reunião desta quarta foram chamados presidentes de partidos e os líderes das siglas na Câmara e no Senado. Foram convidados MDB, PDT, PSB, PV, PCdoB, Solidariedade, Patriota, PSD, Podemos, União Brasil, Avante, PSOL, Rede, Cidadania, além de lideranças do PT, como a presidente do partido, Gleisi Hoffmann. O vice-presidente Geraldo Alckmin e outros ministros também participam do encontro.

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que manteve boas relações com todos os grupos políticos da Alemanha, mas que seu governo aguarda os desdobramentos no país após a eleição.

Durante coletiva na Casa Branca após encontro com o primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, nesta quinta-feira, o mandatário americano disse que aceitou o convite recebido do Rei Charles para visitar o Reino Unido.

"Convite de Rei Charles é sem precedente, simboliza força da relação Estados Unidos-Reino Unido", disse Starmer, que entregou a carta com o convite.

Um carro atropelou vários pedestres em um ponto de ônibus no norte de Israel na tarde desta quinta-feira, 27. Segundo a imprensa israelense, 14 pessoas ficaram feridas, incluindo uma adolescente de 17 anos que está em estado crítico e duas pessoas em estado grave.

De acordo com um comunicado da polícia israelense, o motorista fugiu após o ataque, mas foi avistado por policiais. Ele atingiu uma viatura antes de ser baleado e morto pela polícia. O governo israelense trata o atropelamento como um ataque terrorista.

"As descobertas preliminares indicam que ele atacou deliberadamente civis que esperavam numa paragem de autocarro", apontou a polícia.

Posteriormente, a polícia identificou o agressor como um palestino de 53 anos de uma vila perto de Jenin, no norte da Cisjordânia. Ele era casado com uma mulher árabe israelense e havia entrado ilegalmente em Israel.

Assi Aharoni, chefe da divisão de porta-vozes da polícia, relatou em entrevista ao portal israelense Ynet que o homem ameaçou os policiais com uma chave de fenda antes de ser morto. "Ainda estamos realizando exames para saber se ele aproveitou a oportunidade e agiu sozinho ou se houve outros cúmplices".

O ataque ocorre em meio a forte tensão na região da Cisjordânia, onde o Exército de Israel realiza uma forte ofensiva contra grupos terroristas na região, mobilizando tanques no local pela primeira vez em 20 anos.

As operações militares se intensificaram em janeiro, durante a trégua entre Israel e o grupo terrorista Hamas na Faixa de Gaza. Grupos terroristas como Hamas, Jihad Islâmica e as Brigadas de Jenin atuam na Cisjordânia.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que a Ucrânia não se unirá à Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN, na sigla em inglês), enquanto as negociações para a paz envolverão esforços para que os ucranianos recuperem algumas das suas terras perdidas após a invasão da Rússia.

"Isso não ocorrerá", disse Trump sobre a entrada da Ucrânia na OTAN durante coletiva na Casa Branca após encontro com o primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, nesta quinta-feira, 27.

Trump disse que o acordo com o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, será sobre minerais e outros temas, que deve ser assinado amanhã.

"Tivemos boas conversas com a Rússia e também com a Ucrânia", disse Trump, ressaltando, contudo, que a relação entre Zelensky e o presidente da Rússia, Vladimir Putin, "não são boas".

Trump afirmou ainda que os EUA ajudaram muito a OTAN, mais do que qualquer outro país, mas que isso mudará.

O presidente americano disse ainda que seu governo está sendo bem sucedido sobre as medidas para reduzir o Estado.