'Amanhã volto a despachar normalmente', diz Bolsonaro após alta hospitalar

Política
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Ao receber alta do Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, onde ficou internado para tratar de uma obstrução intestinal, o presidente Jair Bolsonaro disse na manhã deste domingo (18) que foi um milagre os médicos terem descartado uma cirurgia emergencial e que nesta segunda-feira (19) volta a despachar normalmente em Brasília.

Bolsonaro afirmou que foi internado com 90% de possibilidade de ser submetido a uma operação. "Me submeti a uma dieta e espero em dez dias comer um churrasquinho de costela", disse. Bolsonaro reafirmou que foi internado porque começou a passar mal após uma cirurgia de implante dentário. "Alguns dias depois agravou a crise de soluço e parece que está pegando fogo no estômago", relatou. "A causa disso: era uma obstrução intestinal. Por que a aderência é comum para quem já sofreu cirurgias como eu sofri depois daquela facada do ex-psolista Adélio lá em Juiz de Fora", declarou.

"Talvez a viagem, talvez a sacolejada da ambulância, talvez o milagre de Deus, que eu acredito em Deus, o quadro se evoluiu de um dia para o outro e foi uma constante evolução, de modo que dois dias depois foi descartada a possibilidade de cirurgia", disse.

Ele agradeceu a atenção e afirmou estar "ciente" da própria responsabilidade e de ter assumido um "País quase destruído". E destacou que voltará a despachar normalmente amanhã, citando reunião com o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, para tratar do medicamento proxalutamida como uma das alternativas no combate à covid-19.

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que a Ucrânia não se unirá à Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN, na sigla em inglês), enquanto as negociações para a paz envolverão esforços para que os ucranianos recuperem algumas das suas terras perdidas após a invasão da Rússia.

"Isso não ocorrerá", disse Trump sobre a entrada da Ucrânia na OTAN durante coletiva na Casa Branca após encontro com o primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, nesta quinta-feira, 27.

Trump disse que o acordo com o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, será sobre minerais e outros temas, que deve ser assinado amanhã.

"Tivemos boas conversas com a Rússia e também com a Ucrânia", disse Trump, ressaltando, contudo, que a relação entre Zelensky e o presidente da Rússia, Vladimir Putin, "não são boas".

Trump afirmou ainda que os EUA ajudaram muito a OTAN, mais do que qualquer outro país, mas que isso mudará.

O presidente americano disse ainda que seu governo está sendo bem sucedido sobre as medidas para reduzir o Estado.

O Departamento Federal de Investigação dos Estados Unidos (FBI) acusou hackers ligados à Coreia do Norte de conduzir um dos maiores roubos de criptomoedas conhecidos publicamente, apreendendo cerca de US$ 1,5 bilhão em ethereum de uma empresa sediada em Dubai.

O roubo no início deste mês que teve como alvo a Bybit, uma das maiores bolsas de criptomoedas do mundo, representa mais um roubo envolvendo uma equipe de hackers identificados pelo governo dos EUA pelos nomes TraderTraitor e Lazarus Group.

Os hackers roubam criptomoedas "por meio da disseminação de aplicativos de negociação de criptomoedas que foram modificados para incluir malware que facilita o roubo de criptomoedas", disse o FBI.

Em um anúncio de serviço público online na quarta-feira à noite, o Departamento disse acreditar que os hackers apoiados pela Coreia do Norte eram "responsáveis pelo roubo".

"Os atores do TraderTraitor estão procedendo rapidamente e converteram alguns dos ativos roubados para Bitcoin e outros ativos virtuais dispersos em milhares de endereços em vários blockchains", disse o comunicado. "Espera-se que esses ativos sejam lavados ainda mais e eventualmente convertidos para moeda fiduciária."

A mídia estatal norte-coreana não reconheceu nem o roubo, nem a acusação feita pelo FBI. Fonte: Associated Press.

O conselheiro sênior para o comércio da Casa Branca, Peter Navarro, disse que as tarifas de 25% impostas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, contra o México e Canadá dependem da cooperação em relação ao fentanil, em entrevista para a Bloomberg TV, nesta quinta-feira, 27. Na ocasião, o representante americano disse que americanos estão morrendo por conta da droga. "Trump é claro sobre tarifas do Canadá e do México", afirmou ao mencionar um cronograma para a sobretaxação contra os países vizinhos dos EUA. Na ocasião, Navarro mencionou que o país não pode ser dependente da importação de cobre, ao citar as tarifas sobre o metal.