Lula confirma Waldez Góes como ministro da Integração Nacional

Política
Tipografia
  • Pequenina Pequena Media Grande Gigante
  • Padrão Helvetica Segoe Georgia Times

O presidente diplomado da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), confirmou nesta quinta-feira, 29, que o governador do Amapá, Waldez Góes, será ministro da Integração Nacional. Como mostrou o Broadcast Político (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado), ele vai trocar o PDT pelo União Brasil para integrar o governo.

Góes é uma indicação direta do senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) e vai representar a cota do Senado na Esplanada.

No anúncio, Lula confirmou que ele irá coordenar bancada e partido do União Brasil, e ainda agradeceu o senador Davi Alcolumbre pela "inteligência" de "encontrar" Goés para o papel.

O Ministério da Integração Nacional é disputado pelo Centrão por controlar a poderosa Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), estatal de orçamento vultoso.

Antes, a pasta estava destinada ao deputado federal Elmar Nascimento (União Brasil-BA), mas o nome do parlamentar foi vetado pelas críticas feitas por ele ao presidente diplomado ao longo do ano. Elmar chegou a chamar Lula de ladrão e ex-presidiário.

Partido do senador eleito Sérgio Moro (PR), algoz de Lula na Operação Lava Jato, o União Brasil aceitou três ministérios para integrar a base do governo no Congresso. Além de Integração Nacional, ficou com Turismo e Comunicações.

Em outra categoria

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que manteve boas relações com todos os grupos políticos da Alemanha, mas que seu governo aguarda os desdobramentos no país após a eleição.

Durante coletiva na Casa Branca após encontro com o primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, nesta quinta-feira, o mandatário americano disse que aceitou o convite recebido do Rei Charles para visitar o Reino Unido.

"Convite de Rei Charles é sem precedente, simboliza força da relação Estados Unidos-Reino Unido", disse Starmer, que entregou a carta com o convite.

Um carro atropelou vários pedestres em um ponto de ônibus no norte de Israel na tarde desta quinta-feira, 27. Segundo a imprensa israelense, 14 pessoas ficaram feridas, incluindo uma adolescente de 17 anos que está em estado crítico e duas pessoas em estado grave.

De acordo com um comunicado da polícia israelense, o motorista fugiu após o ataque, mas foi avistado por policiais. Ele atingiu uma viatura antes de ser baleado e morto pela polícia. O governo israelense trata o atropelamento como um ataque terrorista.

"As descobertas preliminares indicam que ele atacou deliberadamente civis que esperavam numa paragem de autocarro", apontou a polícia.

Posteriormente, a polícia identificou o agressor como um palestino de 53 anos de uma vila perto de Jenin, no norte da Cisjordânia. Ele era casado com uma mulher árabe israelense e havia entrado ilegalmente em Israel.

Assi Aharoni, chefe da divisão de porta-vozes da polícia, relatou em entrevista ao portal israelense Ynet que o homem ameaçou os policiais com uma chave de fenda antes de ser morto. "Ainda estamos realizando exames para saber se ele aproveitou a oportunidade e agiu sozinho ou se houve outros cúmplices".

O ataque ocorre em meio a forte tensão na região da Cisjordânia, onde o Exército de Israel realiza uma forte ofensiva contra grupos terroristas na região, mobilizando tanques no local pela primeira vez em 20 anos.

As operações militares se intensificaram em janeiro, durante a trégua entre Israel e o grupo terrorista Hamas na Faixa de Gaza. Grupos terroristas como Hamas, Jihad Islâmica e as Brigadas de Jenin atuam na Cisjordânia.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que a Ucrânia não se unirá à Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN, na sigla em inglês), enquanto as negociações para a paz envolverão esforços para que os ucranianos recuperem algumas das suas terras perdidas após a invasão da Rússia.

"Isso não ocorrerá", disse Trump sobre a entrada da Ucrânia na OTAN durante coletiva na Casa Branca após encontro com o primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, nesta quinta-feira, 27.

Trump disse que o acordo com o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, será sobre minerais e outros temas, que deve ser assinado amanhã.

"Tivemos boas conversas com a Rússia e também com a Ucrânia", disse Trump, ressaltando, contudo, que a relação entre Zelensky e o presidente da Rússia, Vladimir Putin, "não são boas".

Trump afirmou ainda que os EUA ajudaram muito a OTAN, mais do que qualquer outro país, mas que isso mudará.

O presidente americano disse ainda que seu governo está sendo bem sucedido sobre as medidas para reduzir o Estado.