Bolsonaro recebe visita do governador de SC, Jorginho Mello, em hospital

Política
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O governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL), visitou nesta quarta-feira, 15, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), internado com erisipela, infecção de pele causada por bactérias, no hospital Vila Nova Star, em São Paulo, desde o último dia 6. O chefe do Executivo estadual afirmou, em publicação no Instagram, que a recuperação do aliado "anda a passos largos".

"Logo logo nosso capitão estará 100% recuperado para continuar lutando por um Brasil melhor", escreveu o governador ao compartilhar uma foto ao lado de Bolsonaro, que também recebeu a visita do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e do prefeito da capital, Ricardo Nunes (MDB).

Nesta quinta-feira, 16, o hospital informou que "o quadro infeccioso foi controlado e, hoje, (Jair Bolsonaro) encontra-se no último dia da antibioticoterapia endovenosa". O ex-mandatário está sob os cuidados do cirurgião Antônio Luiz Macedo e do cardiologista Leandro Echenique.

Segundo o advogado e assessor Fábio Wajngarten, o ex-presidente deve receber alta hospitalar nesta sexta-feira, 17, após 13 dias de hospitalização, período considerado normal para o caso.

O ex-chefe do Executivo foi internado primeiramente em Manaus (AM) por causa da infecção na pele e transferido para a capital paulista após sentir dores abdominais. Inicialmente, era planejado que Bolsonaro fosse tratado em Brasília, mas o destino foi alterado para que ele pudesse ser atendido por Macedo, médico que o acompanha desde a facada sofrida na campanha eleitoral de 2018.

Como mostrou o Estadão, a erisipela é uma doença bastante comum e pode ser causada por inchaço nas pernas, baixa imunidade e má higienização de ferimentos. O tratamento da inflamação dura de sete a 14 dias e, se não tratada, pode se tornar generalizada e levar à morte.

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O Departamento Federal de Investigação dos Estados Unidos (FBI) acusou hackers ligados à Coreia do Norte de conduzir um dos maiores roubos de criptomoedas conhecidos publicamente, apreendendo cerca de US$ 1,5 bilhão em ethereum de uma empresa sediada em Dubai.

O roubo no início deste mês que teve como alvo a Bybit, uma das maiores bolsas de criptomoedas do mundo, representa mais um roubo envolvendo uma equipe de hackers identificados pelo governo dos EUA pelos nomes TraderTraitor e Lazarus Group.

Os hackers roubam criptomoedas "por meio da disseminação de aplicativos de negociação de criptomoedas que foram modificados para incluir malware que facilita o roubo de criptomoedas", disse o FBI.

Em um anúncio de serviço público online na quarta-feira à noite, o Departamento disse acreditar que os hackers apoiados pela Coreia do Norte eram "responsáveis pelo roubo".

"Os atores do TraderTraitor estão procedendo rapidamente e converteram alguns dos ativos roubados para Bitcoin e outros ativos virtuais dispersos em milhares de endereços em vários blockchains", disse o comunicado. "Espera-se que esses ativos sejam lavados ainda mais e eventualmente convertidos para moeda fiduciária."

A mídia estatal norte-coreana não reconheceu nem o roubo, nem a acusação feita pelo FBI. Fonte: Associated Press.

O conselheiro sênior para o comércio da Casa Branca, Peter Navarro, disse que as tarifas de 25% impostas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, contra o México e Canadá dependem da cooperação em relação ao fentanil, em entrevista para a Bloomberg TV, nesta quinta-feira, 27. Na ocasião, o representante americano disse que americanos estão morrendo por conta da droga. "Trump é claro sobre tarifas do Canadá e do México", afirmou ao mencionar um cronograma para a sobretaxação contra os países vizinhos dos EUA. Na ocasião, Navarro mencionou que o país não pode ser dependente da importação de cobre, ao citar as tarifas sobre o metal.

Um carro atropelou vários pedestres em um ponto de ônibus no norte de Israel na tarde desta quinta-feira, 27. Segundo a imprensa israelense, 14 pessoas ficaram feridas, incluindo uma adolescente de 17 anos que está em estado crítico e duas pessoas em estado grave.

De acordo com um comunicado da polícia israelense, o motorista fugiu após o ataque, mas foi avistado por policiais. Ele atingiu uma viatura antes de ser baleado e morto pela polícia. O governo israelense trata o atropelamento como um ataque terrorista.

Posteriormente, a polícia identificou o agressor como um palestino de 53 anos de uma vila perto de Jenin, no norte da Cisjordânia. Ele era casado com uma mulher árabe israelense e havia entrado ilegalmente em Israel.

Assi Aharoni, chefe da divisão de porta-vozes da polícia, relatou em entrevista ao portal israelense Ynet que o homem ameaçou os policiais com uma chave de fenda antes de ser morto. "Ainda estamos realizando exames para saber se ele aproveitou a oportunidade e agiu sozinho ou se houve outros cúmplices", disse.