João Leite fez o quê como deputado? Candidato em BH responde às perguntas feitas no Google

Política
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Após a publicação da reportagem, a equipe do candidato João Leite informou que ele desistiu da candidatura

Ex-goleiro do Atlético-MG e ex-deputado estadual, João Leite (PSDB) falou sobre sua trajetória política, explicou o voto dele na reforma administrativa e quais causas defende. Candidato à Prefeitura de Belo Horizonte, Leite participou do Joga no Google - Especial Eleições, quadro do Estadão que responde as perguntas mais feitas aos candidatos às prefeituras das principais capitais do País.

A série de vídeos começou na semana passada. São publicados três vídeos por semana para responder as principais perguntas que os cidadãos de dez capitais (Salvador, Fortaleza, Recife, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre, Goiânia e Manaus) fazem sobre os principais candidatos dessas cidades no Google, buscador maior usado no Brasil.

Nesta semana, o quadro foi à capital mineira. Bruno Engler (PL) participou na sexta-feira e Mauro Tramonte (Republicanos) no sábado.

Ao Estadão, João Leite falou das passagens dele como deputado estadual, nas secretárias de Minas Gerais. "Tenho aproximadamente mais de 300 legislações no Estado", lembrou. Ele também se recordou da passagem dele no Atlético-MG. "Se eu não perdi a conta, foram 11 títulos", disse. Ele é o jogador que mais vezes vestiu a camisa do Galo na história. Ele também negou parentesco com o deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG).

Veja a entrevista com João Leite:

João Leite é parente de Aécio Neves?

Não, não sou parente de Aécio Neves, não. A minha família vem do oeste de Minas, vem de Pitangui, Martinho Campos. Meu leite é um leite de vaca puro dessa região.

João Leite tem quantos títulos no Atlético-MG?

Se eu não perdi a conta, 11 títulos pelo Atlético.

João Leite fez o que como deputado?

Primeiro eu fui vereador em Belo Horizonte. Fiz 12 projetos bem sociais. Como secretário de esporte de Belo Horizonte, como vereador, deputado estadual por sete mandatos e secretário de Estado de Desenvolvimento Social e Esporte. Tenho aproximadamente mais de 300 legislações no Estado de Minas Gerais. Sou autor de diversas leis que organizaram o sistema penitenciário de Minas Gerais, trabalhei muito durante esses sete mandatos.

João Leite defende o quê?

Defendo a vida, defendo as crianças. Tenho muito amor pela minha vida cristã, como seguidor de Jesus, eu defendo todos esses valores da família.

Como votou na reforma administrativa?

Eu votei favorável. Tinha uma proposta minha que era criar uma superintendência ferroviária na secretaria de Infraestrutura do Estado, era presidente da Comissão de Ferrovias da Assembleia. Então eu votei porque foi acatada, além disso, outras propostas, outras emendas de minha autoria.

Uma curiosidade...

Sou casado com a ex-capitã da Seleção Brasileira de Vôleibol, Eliana Aleixo, uma família tradicional de Minas Gerais, o avô dela, Antônio Aleixo, o tio-avô Pedro Aleixo, que foi vice-presidente da República, e nós estamos casados já há 45 anos, temos três filhos e cinco netos. Eliana foi capitã da Seleção Brasileira de Vôlei da Olimpíada de Moscou de 1980.

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A agência de espionagem da Coreia do Sul disse nesta quinta-feira, 27, que a Coreia do Norte parece ter enviado mais tropas para a Rússia, depois que seus soldados posicionados no front entre Rússia e Ucrânia sofreram pesadas baixas. O Serviço Nacional de Inteligência (NIS) disse em uma breve declaração que estava tentando determinar exatamente quantos soldados a mais a Coreia do Norte enviou para a Rússia.

O NIS também avaliou que as tropas norte-coreanas foram realocadas em frentes na região russa de Kursk na primeira semana de fevereiro, após uma retirada temporária da área. O presidente ucraniano Volodmir Zelenski, em um discurso no dia 7 de fevereiro, confirmou uma nova ofensiva ucraniana em Kursk e disse que as tropas norte-coreanas estavam lutando ao lado das forças russas no local.

A Coreia do Norte tem fornecido uma grande quantidade de armas convencionais para a Rússia e, no fim de 2024, enviou cerca de 10 mil a 12 mil soldados para a Rússia também, de acordo com autoridades de inteligência dos EUA, da Coreia do Sul e da Ucrânia. Os soldados norte-coreanos são altamente disciplinados e bem treinados, mas os observadores dizem que eles se tornaram alvos fáceis para ataques de drones e artilharia nos campos de batalha entre a Rússia e a Ucrânia devido à sua falta de experiência em combate e à falta de familiaridade com o terreno.

Em janeiro, o NIS disse que cerca de 300 soldados norte-coreanos haviam morrido e outros 2.700 haviam sido feridos. Zelenski anteriormente estimou o número de norte-coreanos mortos ou feridos em 4.000, embora as estimativas dos EUA fossem menores, em torno de 1.200.

A Coreia do Sul, os EUA e seus aliados temem que a Rússia possa recompensar a Coreia do Norte transferindo tecnologias de armas de alta tecnologia que possam aprimorar consideravelmente seu programa de armas nucleares. Espera-se que a Coreia do Norte também receba assistência econômica da Rússia.

Durante conversas na Arábia Saudita na semana passada, a Rússia e os EUA concordaram em começar a trabalhar para acabar com a guerra e melhorar seus laços diplomáticos e econômicos. As autoridades ucranianas não estavam presentes nas conversas. Isso marcou uma mudança extraordinária na política externa dos EUA sob o comando do presidente Donald Trump e um claro afastamento dos esforços liderados pelos EUA para isolar a Rússia de sua guerra na Ucrânia.

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, reafirmou a disposição do país em buscar uma solução pacífica para a crise ucraniana e destacou o papel crucial das Forças Armadas russas na criação das condições para um diálogo produtivo. "Foram eles, com sua bravura e vitórias diárias, que criaram as condições para o início de um diálogo sério sobre a resolução fundamental da crise ucraniana, claro, nunca abrimos mão disso, de forma pacífica", afirmou Putin durante uma reunião com o Serviço Federal de Segurança (FSB) russo.

Putin também ressaltou a importância da cooperação internacional e observou que os primeiros contatos com o novo governo dos Estados Unidos geram "certas esperanças". "Há uma disposição mútua para trabalhar na restauração das relações intergovernamentais, na resolução gradual de um enorme volume de problemas sistêmicos e estratégicos na arquitetura mundial", disse ele. Para Putin, esses problemas, incluindo o conflito na Ucrânia, estão ligados a questões mais amplas no cenário global.

Além disso, o presidente russo abordou a necessidade de proteger a soberania e os interesses da Rússia, deixando claro que "não há como a segurança de um país ser garantida à custa ou em detrimento da segurança de outro, e certamente não à nossa custa, não à custa da Rússia". Ele também enfatizou a importância de fortalecer as defesas da fronteira russa, sugerindo que "medidas adicionais sérias devem ser tomadas para proteger a fronteira do estado" e destacando a necessidade de intensificar a cobertura nas áreas mais vulneráveis.

Putin alertou sobre o aumento da atividade das agências de inteligência estrangeiras e sublinhou a necessidade de aprimorar a segurança cibernética. Ele afirmou que o governo russo está comprometido em enfrentar esses desafios, ressaltando o papel das agências de segurança, como a FSB, na proteção dos interesses nacionais.

O presidente dos EUA, Donald Trump, recebe nesta quinta-feira, 27, no Salão Oval o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, para uma reunião bilateral que deve abordar o fim da guerra na Ucrânia. Assim como o presidente francês, Emmanuel Macron, fez na segunda-feira, Starmer deve reafirmar seu apoio a Kiev enquanto Trump busca uma solução negociada com Moscou.

Antes do encontro, o premiê britânico divulgou um comunicado em que destacou a importância da aliança entre os países ocidentais. "O mundo está se tornando cada vez mais perigoso, e é mais importante do que nunca que estejamos unidos com nossos aliados", afirmou. Segundo o texto, Starmer vai reforçar o compromisso britânico com a "paz justa e duradoura" na Ucrânia.

"O primeiro-ministro deixará claro que não pode haver negociações sobre a Ucrânia sem a Ucrânia e reconhecerá a necessidade de a Europa desempenhar seu papel na defesa global, fortalecendo a segurança coletiva europeia", diz o comunicado. Na terça-feira, Starmer anunciou um plano para elevar gastos militares a 2,5% do PIB.

Outro tema central do encontro será a cooperação tecnológica entre os dois países. O governo britânico destacou que as conversas terão "foco especial nas oportunidades que uma maior parceria em tecnologia e IA pode proporcionar", incluindo computação quântica, inteligência artificial e exploração espacial.

A reunião ocorre na véspera da visita de Volodimir Zelenski a Washington, onde o líder ucraniano deve discutir e possivelmente assinar um acordo para a exploração de minerais ucranianos pelos EUA. Na sequência, ele segue para o Reino Unido para um encontro com líderes europeus no domingo, que discutirão o conflito e o fortalecimento da defesa do continente, segundo o Politico. Macron e o premiê da Polônia, Donald Tusk, também estarão no país no domingo, além de líderes da Itália, Alemanha e de outros países.

O encontro entre Trump e Starmer acontece um dia depois de o republicano atacar a União Europeia (UE), alegando que o bloco foi criado para "ferrar" os EUA. Trump também ameaçou impor tarifas de 25% sobre importações europeias.

Mais cedo, nesta quibna, o primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, publicou em seu perfil no X que a UE "não foi criada contra ninguém", mas sim fundada em favor do multilateralismo, da paz e do desenvolvimento econômico. "Diante da ameaça de retrocesso e do fechamento das economias, apostamos no progresso e na abertura ao mundo."