Resumo 'BBB 24': madrugada é marcada por críticas, flerte entre brothers e medo do Paredão

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A madrugada deste sábado, 30, no Big Brother Brasil 2024 foi marcada por críticas dos brothers a Isabelle, Fernanda e Davi, flerte entre Giovanna e MC Bin Laden e confissões de medo do Paredão, que foi formado na noite de sexta, 29.

O jogo entrou oficialmente em "Modo Turbo", com Beatriz, Fernanda e Giovanna na berlinda (veja aqui como foi a votação). Uma delas será eliminada no domingo, 31, e, logo em seguida, terá mais uma prova do Líder, com formação de nova berlinda. O mesmo se repete nas terças: eliminação, uma prova e mais um Paredão.

Críticas a Isabelle e Davi

Isabelle foi assunto após a formação do Paredão. Em conversa com Fernanda e Lucas Henrique na área externa, Pitel criticou o fato da manauara ter votado em Fernanda, já que decidiu votar junto com o Grupo Fada - Davi, Alane, Beatriz e Matteus também votaram na sister.

"Por que ela nunca votou junto antes e agora decidiu?", questionou Pitel. "Antes não precisava. Eu não sei se ela pensou isso, mas o fato dela [Isabelle] não ir com o grupo não pesava, era indiferente. Até então, era indiferente", opinou Lucas.

Em outro momento, Fernanda também criticou a mudança de comportamento de Davi. Ela disse que ele escolheu "deixar Isabelle de canto" e opinou que a dançarina que quis se manter próxima a ele. Além disso, disse que o baiano antes queria se portar "como homem" e, agora, age "como menino".

"Porque quem é homem tem que se responsabilizar e levar surra como homem. Agora, menino a gente passa a mão na cabeça", disse. Para ela, Davi é "a única peça que não encaixa ali [no Grupo Fada]".

Isabelle também foi assunto entre Giovanna e MC Bin Laden. A nutricionista fez críticas semelhantes, dizendo que a dançarina, que é sua amiga no jogo, "mudou" após de aproximar do grupo rival.

Para Giovanna, Isabelle teve algumas atitudes que não esperava, como tirar a roupa e pular na piscina com outros brothers e combinar voto em grupo, algo que não tinha feito até agora.

Flerte entre Giovanna e MC Bin Laden

Giovanna e MC Bin Laden, inclusive, trocaram flertes durante a madrugada. Os dois já tiveram um breve relacionamento na casa, mas decidiram encerrar o caso. Com a nutricionista na berlinda, o músico disse: "Tenho 48 horas para conquistar um beijo da ratinha".

O "ratinha" se refere às fantasias que os dois estão usando para o Castigo do Monstro - ela está de rato e ele, de flautista. "Seria muito diferente a gente tentar se beijar com esses dois negócios na cabeça", brincou ainda o funkeiro.

Mais tarde, na cozinha, eles tiveram uma conversa mais séria. "Fiquei triste de ter te magoado", disse Bin Laden, ao passo que Giovanna respondeu: "Ficou p*** nenhuma". "Eu gosto de te ver sorrindo, te fazer sorrir. Eu sou uma pessoa que gosta de fazer as pessoas sorrirem, sabia? E quando eu faço ao contrário fico chateado comigo mesmo", argumentou o brother.

Beatriz e Alane criticam Fernanda

Beatriz e Alane conversaram sobre o comportamento de Fernanda e afirmaram que querem avaliar se a sister será simpática com elas após ser indicada ao Paredão. "Ela viu que a gente não é trouxa. Ela viu que quem votou nela foi a gente", disse a vendedora.

"Não duvido de nada que venha dela. Se ela parar, não vou duvidar; se ela continuar, não vou duvidar. Uma pessoa que faz as coisas assim de forma tão sorrateira e fria é capaz de qualquer coisa. Odeio me sentir subestimada", opinou Alane.

Medo do Paredão

Enquanto Fernanda disse que o Paredão "está chato", pois não está disputando com a sua rival direta, Alane, Beatriz revelou que está com medo de deixar a casa. "Querendo ou não, elas são amigas. Não sei como a torcida delas tá lá fora", disse, sobre Fernanda e Giovanna.

Alane pontuou que as sisters são aliadas, mas não amigas próximas como ela e Beatriz, ou Fernanda e Pitel. Já Matteus aconselhou Beatriz a confiar em si mesma e no próprio jogo. Já para Isabelle, a vendedora disse que está "apavorada". A manauara afirmou que acredita que irá para o Paredão no domingo, após a eliminação.

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A Câmara Municipal de São Paulo adiou por tempo indeterminado a votação do PLO (Projeto de Emenda à Lei Orgânica) 8/2017, que autoriza a mudança no nome da Guarda Civil Metropolitana, braço de segurança pública do Município, para Polícia Metropolitana.

O projeto estava previsto para ser votado nesta quarta-feira, 26. Como os colegiados que analisam as propostas na Casa ainda não estão formados, o texto, que tramita desde 2017 e foi aprovado em primeira votação no dia 19 de dezembro de 2019, teria de passar pelo Plenário na forma original.

Porém, três textos substitutivos foram apresentados pelas bancadas do PT, do PSOL e pelo vereador Rubinho Nunes (UNIÃO). Com isso, o projeto precisa do aval das comissões.

A emenda voltou à pauta após o Supremo Tribunal Federal (STF) decidir que os municípios brasileiros têm competência para instituir que as guardas civis municipais atuem em ações de segurança urbana.

Na prática, como mostrou o Estadão, a corporação agora pode atuar de forma semelhante à Polícia Militar, realizando policiamento ostensivo, patrulhamento e buscas pessoais (revista a suspeitos).

De autoria da vereadora Edir Sales (PSD), com coautoria de diversos outros parlamentares, o texto original não avançou. Embora a proposta não tenha sido discutida e votada, a decisão do STF sobre a permissão de tornar a GCM em Polícia Municipal foi o principal assunto da Sessão Plenária desta tarde.

Qual é o tamanho do efetivo da GCM?

Dados da Prefeitura indicam que, atualmente, são cerca de 7,5 mil guardas civis em atuação na cidade de São Paulo. O prefeito Ricardo Nunes, defensor da mudança, afirmou que quer contratar mais 2 mil agentes, aumentando o efetivo para 9,5 mil guardas. A gestão municipal também estuda a possibilidade de alterar o nome via decreto.

"Vai ajudar muito na segurança, em todos os aspectos, em especial nessa questão dos motociclistas que se disfarçam de entregadores", afirmou.

No último dia 13, o ciclista Vitor Medrado, de 46 anos, morreu ao ser baleado durante abordagem realizada por dois homens em uma moto no Parque do Povo, no Itaim Bibi, na zona oeste de São Paulo. Ele foi alvejado no pescoço mesmo sem esboçar qualquer reação.

Conforme dados da Secretaria da Segurança Pública do Estado, o número de latrocínios na capital aumentou 23,2%, em 2024 (53) ante 2023 (43), na contramão de quedas observadas em modalidades como roubos e furtos. O aumento no Estado, por sua vez, foi de 1,8%. O Radar da Criminalidade, ferramenta exclusiva do Estadão, permite acessar as regiões com maior incidência de alguns tipos de crimes na cidade de São Paulo.

Em entrevista ao Estadão, o comandante da Polícia Militar de São Paulo e presidente do Conselho Nacional de Comandantes-Gerais, coronel Cássio Araújo de Freitas, criticou a proposta. "Não vejo razão técnica para alterar nome de instituição", afirmou o militar.

Como se deu a decisão do STF

O voto do relator, ministro Luiz Fux, para ampliar a atuação das guardas municipais foi acompanhado pela maioria da Corte. A tese define que as guardas municipais podem exercer ações de segurança urbana, desde que não realizem atividades de investigação criminal.

A atuação fica limitada às instalações municipais, em cooperação com os demais órgãos de segurança pública e sob a fiscalização do Ministério Público. O tema foi julgado com repercussão geral, o que significa que a decisão pode ser aplicada a casos semelhantes em todas as instâncias da Justiça.

Há 53 ações pendentes sobre a temática na Corte, segundo o STF, que devem ter a tramitação liberada após o julgamento desta quinta-feira, 20. A determinação abre também espaço para a validação de provas obtidas por agentes municipais em atuação ostensiva, como revistas ou denúncias anônimas seguidas de busca, que eram motivo de questionamentos no Judiciário

Sete hospitais brasileiros estão entre os 250 melhores do mundo, de acordo com o ranking anual divulgado pela revista americana Newsweek, em parceria com o Statista, empresa global de pesquisa de dados.

A lista, divulgada nesta quarta-feira, 26, considera uma série de critérios, como recomendações de especialistas, satisfação dos pacientes e indicadores de qualidade hospitalar, incluindo a eficácia dos tratamentos e seu impacto na qualidade de vida.

Além disso, neste ano, a produção científica dos hospitais passou a ser considerada, com foco na quantidade e no impacto das publicações em revistas científicas. No total, a análise abrangeu 30 países, selecionados com base em fatores como qualidade de vida, expectativa de vida, tamanho da população, número de hospitais e disponibilidade de dados. Para chegar aos 250 melhores, mais de 2,4 mil hospitais foram avaliados.

Na edição de 2025, o Hospital Israelita Albert Einstein se destacou na 22ª posição global, sendo o hospital brasileiro mais bem colocado.

Para o presidente do Einstein, Sidney Klajner, a instituição atingiu essa classificação devido à sua transformação em um "ecossistema de saúde", que integra ensino, pesquisa e inovação. "Nós entendemos que a geração de conhecimento deve ocorrer por meio de pesquisas que sustentem resultados capazes de beneficiar não só o setor privado, mas também o público e, em alguns casos, a humanidade como um todo. Desde então, nossa trajetória tem sido desenhada nesse sentido", afirma.

Ele ressalta que uma resposta direta desse foco foi a atuação do hospital durante a pandemia de covid-19, com pesquisas voltadas ao desenvolvimento de novos tratamentos e protocolos clínicos, progressos em relação a terapias avançadas (como a CAR-T), parcerias com a rede pública e, principalmente, investimento em tecnologia - como inteligência artificial e análise de dados - para otimizar a gestão e aprimorar os tratamentos.

"Os dados desempenham um papel fundamental na transformação da saúde, especialmente quando aplicados por meio de algoritmos inteligentes", diz Klajner, que destaca alguns assuntos que têm sido foco de atenção pelo hospital, como mudanças climáticas, envelhecimento acelerado e saúde mental.

"Para o futuro, a ideia é manter qualidade e segurança como pilares inegociáveis, investir cada vez mais na experiência e humanização do atendimento e reforçar o compromisso com a excelência - não só aquela que se destaca em rankings, mas a que efetivamente transforma o cuidado em saúde e a vida das pessoas."

Além do Hospital Israelita Albert Einstein, outros seis hospitais brasileiros foram destacados no ranking:

83º - Hospital Sírio-Libanês (São Paulo/SP)

O Hospital Sírio-Libanês foi indicado pelo World's Best Hospitals pela sexta vez. Recentemente, também foi reconhecido como líder no setor de serviços de saúde pelo ranking Merco Empresas 2024.

"Receber esse reconhecimento é motivo de grande orgulho. Ele reflete o comprometimento diário de nossos profissionais de saúde, equipe assistencial, gestores e administradores em oferecer um atendimento de excelência, inovar em ensino e pesquisa e levar a medicina de ponta além das fronteiras do Brasil. Essa conquista reforça nossa missão de transformar vidas por meio do cuidado e do conhecimento", afirma o diretor-geral do Sírio-Libanês, Fernando Ganem.

115º - Hospital Alemão Oswaldo Cruz (São Paulo/SP)

Referência em alta complexidade, com foco especial em oncologia, cardiologia, neurologia, ortopedia e transplantes, o Hospital Alemão Oswaldo Cruz aparece pelo quinto ano consecutivo e subiu algumas posições em relação ao ranking anterior.

"Este reconhecimento ratifica nosso compromisso com a missão de impulsionar o desenvolvimento da saúde, oferecendo atendimento personalizado e focado nos melhores resultados para cada paciente ao longo de toda a sua jornada. Este resultado é fruto do esforço coletivo e da dedicação de nossos colaboradores, assim como do corpo clínico e assistencial do hospital, que se empenham continuamente na evolução da qualidade do cuidado e bem-estar de nossos pacientes," diz José Marcelo de Oliveira, diretor-presidente da instituição.

127º - Hospital Moinhos de Vento (Porto Alegre/RS)

Único hospital brasileiro fora do Estado de São Paulo na lista, o Moinhos de Vento figura no ranking da Newsweek pela sexta vez. Além disso, é um dos seis hospitais de referência do País e o único da região Sul a integrar o Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS), do Ministério da Saúde.

"Temos a missão de ser a melhor instituição de saúde do Brasil até o fim desta década. Queremos alcançar esse objetivo não apenas para atender quem nos procura, mas também para liderar transformações na saúde do País, gerando desenvolvimento e sustentabilidade para um futuro melhor para todos", diz Mohamed Parrini, CEO do hospital.

165º - Hospital Santa Catarina - Paulista (São Paulo/SP)

Presente no ranking pelo sexto ano consecutivo, o Hospital Santa Catarina - Paulista subiu seis posições em relação a 2024.

"Esse resultado é motivo de grande orgulho para toda a nossa equipe, que se dedica a oferecer um atendimento de qualidade, com foco em um cuidado seguro e humanizado, colocando o bem-estar do paciente como prioridade. Cada avanço é fruto do trabalho e do compromisso de nossos colaboradores, médicos e parceiros", afirma o diretor-geral do hospital, Rogério Quintela Pirotto.

202º - Hospital do Coração, o HCor (São Paulo/SP)

É a primeira vez que o HCor, referência nacional em cardiologia, aparece entre os 250 melhores hospitais do mundo. Neste ano, o hospital também foi indicado ao ranking Top Hospitais Privados em Ortopedia, da própria Newsweek.

"Nosso trabalho tem como foco o melhor cuidado para cada paciente. Milhares de profissionais trabalham no Hcor, todos os dias, com esse propósito. Alcançar a marca de estar entre os melhores hospitais é a causa do que fazemos. Então, estamos orgulhosos e cientes da nossa responsabilidade de sermos cada vez melhores para cada pessoa que busca por nossos cuidados", diz o superintendente-CEO do Hcor, Fernando Torelly.

210º - Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo, o HC-FMUSP (São Paulo/SP)

Pelo terceiro ano consecutivo, o Hospital das Clínicas, considerado o maior hospital da América Latina, foi a única instituição integralmente pública do Brasil a figurar no ranking global.

"É sempre um orgulho ser referência e estar entre as principais instituições médicas do mundo, especialmente sendo um hospital público. Seguiremos trabalhando com empenho para oferecer um atendimento de excelência aos nossos pacientes e fortalecer, cada vez mais, a posição do HC-FMUSP em ensino, pesquisa, assistência e inovação no cenário nacional e mundial", afirma Edivaldo Utiyama, diretor clínico do HC.

Uma nova onda de calor atinge São Paulo e outros seis estados brasileiros a partir desta sexta-feira, 28. Em algumas cidades gaúchas, a temperatura pode chegar a 43°C durante o carnaval, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). O fenômeno deve se estender até o dia 5 de março. Além de São Paulo, as regiões metropolitanas de Porto Alegre e Curitiba serão as mais afetadas pelo calorão.

Para a Grande São Paulo, a nova onda de calor vai trazer temperaturas até 5 graus acima da média histórica. Nesta quarta-feira, 26, à tarde, o Climatempo registrava 34°C na capital paulista. Para os paulistanos, o calor deve se manter neste patamar até domingo, 2. O mês de fevereiro já é um dos mais quentes registrados na cidade de São Paulo pelo Inmet em mais de 80 anos.

O mês de março também começa quente, em pleno carnaval. A média histórica de temperatura máxima em São Paulo para março é de 28°C. A temperatura começa oscilando entre 33°C e 34°C, devendo cair para 32°C na terça-feira, 4. O calor intenso pode ocasionar pancadas de chuva na Grande São Paulo, mas não será chuva generalizada. Não há previsão de frente fria passando pela costa paulista até a Quarta-Feira de Cinzas.

Calorão no Sul no País

Além de São Paulo, o calor acima do normal para a época vai afetar os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso. No Rio, onde o calor já passou de 40°C este mês, a temperatura vai oscilar entre 36°C e 38°C.

Como acontece desde o início de 2025, o Sul do país será mais afetado pela nova onda de calor. A previsão do Inmet é que a temperatura atinja 43 graus em áreas pontuais do interior gaúcho. Na primeira onda de calor, entre 2 e 12 de fevereiro, a cidade de Quaraí, na fronteira com o Uruguai, registrou 43,8°C, a maior temperatura registrada no estado desde 1910.

Nesta quarta, 26, a Defesa Civil do Rio Grande do Sul emitiu alerta para a onda de calor que se estende até o dia 5 de março. "A combinação de calor intenso e alta umidade seguirá provocando sensação de abafamento e desconforto térmico", diz. Além das altas temperaturas, instabilidades devem atuar no estado provocando temporais entre quinta, 27 e domingo, 2.

Em Santa Catarina, segundo monitoramento da Proteção e Defesa Civil, o calor vai predominar principalmente no interior do estado, com temperaturas entre 30°C e 35°C, podendo atingir 38°C no extremo Oeste. No Paraná, a previsão é de que as temperaturas fiquem entre 5 graus e 7 graus acima das médias registradas até agora na região metropolitana de Curitiba.

Segundo os meteorologistas, a região está sob a influência de uma bolha de calor, também conhecida como cúpula de calor, fenômeno caracterizado por uma área de alta pressão que permanece estacionada sobre uma região por vários dias seguidos. A causa pode ser o El Niño Costeiro, fenômeno climático caracterizado pelo aquecimento anormal da águas superficiais do Oceano Pacífico, ao longo da costa oeste da América do Sul.

Veja a previsão por regiões

O mês de março começa mais quente que o normal em boa parte do Brasil, com temperaturas acima da média em quase todas as região.

SUDESTE: Calor intenso na região até pelo menos o dia 8 de março, com áreas do Rio de Janeiro, Espírito Santo e centro-norte de Minas Gerais registrando temperaturas bem acima da média até o início da segunda quinzena. Tendências de temperaturas mais amenas nos últimos dez dias de março.

SUL: Temperaturas muito elevadas até 10 de março, principalmente no Rio Grande do Sul, meio-oeste de Santa Catarina e oeste do Paraná. Ao longo da segunda quinzena massas de ar frio trazem equilíbrio.

CENTRO-OESTE: Mês quente e abafado em todas as áreas, com temperaturas acima da média principalmente no centro-oeste de Goiás, Distrito Federal e norte do Mato Grosso.

NORDESTE: Na faixa leste, o tempo será quente e abafado, com picos de calor intenso desde o centro norte do Maranhão até o interior de Pernambuco e da Bahia.

NORTE: Começa o "inverno" amazônico, mas nesta região, o inverno é de calor e muita chuva. As temperaturas estarão um pouco acima da média.