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Primeira-ministra do Japão surpreende Macron com golpe de 'Dragon Ball' em evento

A primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, surpreendeu o presidente da França, Emmanuel Macron, o golpe 'Kamehameha', do anime japonês Dragon Ball. A brincadeira rendeu risos e aconteceu após uma reunião focada na cooperação internacional entre a França e o Japão, em Tóquio, nesta quarta-feira, 1º. No desenho, o personagem principal, Goku, junta as mãos abertas em direção ao oponente e lança um...

Emirados Arábes e Bahrein articulam medidas para liberar Ormuz no Conselho de Segurança da ONU

Os Emirados Árabes Unidos apelaram à Organização das Nações Unidas (ONU) para que autorizem uma série de medidas, incluindo o uso da força, para reabrir o Estreito de Ormuz, enquanto os países do Golfo Pérsico pressionam o Irã para restabelecer a livre passagem ao longo do vital corredor energético global. Em carta vista pela Bloomberg endereçada ao secretário-geral da ONU, António Guterres, e ao ...

# Esportes

Primeiro ministro da Espanha condena racismo contra o Egito e Yamal detona 'minoria ignorante'

O amistoso entre Espanha e Egito, que terminou empatado sem gols no RCDE Stadium, do Espanyol, em Barcelona, ficou manchado por atos de intolerância de alguns torcedores nas arquibancadas. Desde o aquecimento e em diversos momentos, ouviu-se cânticos de cunho antimuçulmano. O primeiro ministro do país, Pedro Sánchez, manifestou apoio ao adversário e mostrou-se indignado com o incidente "inaceitável." Lamine Yamal também reprovou a ação de uma "minoria ignorante." Espanhóis cantavam "quem não pular é muçulmano", para provocar os adversários e acabaram cansando indignação mundial tamanha a rec=percussão negativa de novos atos discriminatórios - o pai já sofre com o racismo contra jogadores, sobretudo Vini Jr., do Real Madrid, alvo frequente quando joga fora de casa. "O incidente de ontem (q...

Prestianni nega racismo contra Vini Jr.: 'Chamar de cagão ou maricas é normal para argentinos'

O jovem meio-campista Prestianni ainda não aceitou a punição por racismo imposta pela Uefa que o tirou do jogo de volta dos playoffs da Champions League diante do Real Madrid. O argentino do Benfica quebrou o silêncio dois meses depois para se defender da acusação de ter chamado Vini Júnior de "macaco", alegando que usou termos comuns em seu país para retrucar provocações do brasileiro.Na ocasião, logo após o brasileiro abrir o placar para o time merengue no Estádio da Luz, em Lisboa, Prestianni bateu boca com o jogador por causa de uma comemoração que achou provocativa. Ocorre que cobriu a boca ao falar e acabou acusado por Vini Júnior de tê-lo chamado de "macaco."O árbitro usou o protocolo da Fifa para paralisar a partida, mesmo admitindo que não ouviu o termo racista. A Uefa o puniu por...

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