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O ataque dos EUA que viabilizou a captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro interrompeu viagens no Caribe em um período movimentado para a região. De acordo com o FlightRadar24.com, nenhum voo de companhia aérea estava cruzando a Venezuela no sábado, 03, dia em que se deu a operação.
As grandes companhias aéreas cancelaram centenas de voos em toda a região leste do Caribe e alertaram os passageiros de que as interrupções poderiam continuar por dias após a Administração Federal de Aviação (FAA, em inglês) impor restrições. Os voos foram cancelados de e para Porto Rico, Ilhas Virgens, Aruba e mais de uma dúzia de outros destinos no grupo de ilhas das Pequenas Antilhas ao norte da Venezuela. As taxas de alteração para passageiros que precisaram remarcar voos foram isentadas.
O Secretário de Transportes dos EUA, Sean Duffy, disse na noite de sábado que as restrições terminariam à meia-noite no Horário Padrão do Leste (EST) e que as companhias aéreas poderiam retomar as operações normais já neste domingo, 04.
Este fim de semana já estava fora do pico do período de férias de 13 dias, para o qual a FAA projetou que 122,4 milhões de americanos viajariam pelo menos 80 quilômetros, mas ainda havia muitos viajantes tentando aproveitar mais um pouco antes de voltar para temperaturas mais frias nos EUA.
As interrupções também afetaram alguns viajantes que tinham passeios reservados para cruzeiros no Caribe. A operadora de cruzeiros Virgin Voyages disse que aqueles que não puderam chegar de avião a San Juan a tempo para a partida do navio poderiam obter um crédito total para uma viagem futura.
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