As bolsas de Nova York fecharam em alta nesta segunda-feira, 11, com o Nasdaq e o S&P 500 renovando os recordes de fechamento e intradiário. A movimentação acontece apesar das renovadas incertezas no Oriente Médio, com novo impasse nas negociações entre EUA e Irã.
O Dow Jones teve alta de 0,19%, aos 49.704,47 pontos. Já o S&P 500 encerrou em alta de 0,19%, aos 7.412,84 pontos, após atingir a máxima de 7.428,97 na sessão. O Nasdaq subiu 0,10%, aos 26.274,13 pontos, depois de alcançar 26.359,31 pontos no dia.
Os Estados Unidos classificaram a resposta do Irã à proposta para o fim da guerra como "inaceitável". Apesar de afirmarem que não há pressa para as negociações, o Axios publicou que o país avalia uma nova ação militar em Teerã. Em resposta, o Irã afirmou que as Forças Armadas do país "estão prontas" para responder a "qualquer agressão".
Os índices ainda permaneceram com sinal positivo, apesar do ressurgimento das tensões, mas devolveram parte dos ganhos registrados durante a manhã.
Para o Swissquote, os resultados trimestrais acima do esperado "explicam o entusiasmo e o forte apetite observados nas últimas duas semanas, mas o fato de a forte alta nos preços da energia não incomodar ninguém é curioso".
Dentre as ações em destaque, a Intel avançou 3,62%, enquanto a Micron subiu 6,50% e a Qualcomm, 8,42%, com o boom em inteligência artificial continuando a impulsionar o setor.
Ações relacionadas ao bitcoin seguiram o bom momento da moeda digital, com a Coinbase avançando 7,68% e o Robinhood Markets, 4,87%.
Já a Moderna devolveu os ganhos registrados mais cedo e recuou 2,70%. A empresa afirmou estar trabalhando em um tratamento para o hantavírus. A Mosaic caiu 1,80% após relatar perdas no trimestre ligadas ao aumento nos custos de produção dos fertilizantes.
A USA Rare Earth caiu 2,45%. A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (SG/Cade) abriu nesta segunda-feira, 11, um procedimento administrativo para apurar a aquisição da Serra Verde Pesquisa e Mineração, única produtora em grande escala de terras raras críticas pesadas no Brasil, pela USA Rare Earth.
*Com informações de Dow Jones Newswires
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