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Diário de Notícias

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Bolsas de NY fecham sem sinal único com avanço em techs em dia de CPI dentro do esperado

As bolsas de Nova York fecharam sem sinal único nesta quarta-feira, 12, com avanço no setor de tecnologia levando o Nasdaq a uma alta, em dia marcado pelos dados de inflação ao consumidor americano. A divulgação dos indicadores de julho dentro do esperado indicaram menores pressões nos preços de energia e consolidaram a visão de uma manutenção de juros pelo Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) em sua próxima reunião, em setembro. Além disso, empresas do segmento contaram com um noticiário favorável, incluindo a divulgação de balanços.

O Dow Jones caiu 0,04%, aos 53.770,27 pontos. O S&P 500 subiu 0,26%, a 7.748,50 pontos e o Nasdaq avançou 0,54%, encerrando em 26.588,49 pontos.

As ações da Nvidia subiram 3,03%, à medida que os temores sobre a exposição da empresa à dívida que alimenta o boom da inteligência artificial (IA) diminuem. O CEO da empresa, Jensen Huang, procurou dissipar essas preocupações, abordando diretamente o financiamento circular. Huang disse que a Nvidia pode fornecer "um mecanismo de suporte de valor residual para até 25% de uma oportunidade, avaliada cuidadosamente caso a caso".

As indicações colaboraram para uma alta generalizada no setor de chips, que contou ainda com indicações de balanços favoráveis ao segmento. As ações da CoreWeave (+19,3%) e da Super Micro (+19%), que divulgaram resultados trimestrais no fim da tarde da terça, operaram em forte alta. A Cisco, com publicação prevista de balanço após o fechamento de Wall Street nesta quarta, subiu 2,9%.

Já as ações da SpaceX avançaram 9,65% após o CEO Elon Musk realizar uma reunião geral para os funcionários, onde ele discutiu IA, Starlink e o futuro da empresa.

Por sua vez, independentemente do que os dados indiquem atualmente, os riscos de alta para a inflação persistirão, avalia o Swissquote. Mas como os números mais brandos, poderemos ver uma valorização no mercado de ações, visto que a temporada de resultados corporativos está sendo surpreendentemente positiva para as empresas dos EUA, pontua. As empresas norte-americanas caminham para registrar um crescimento de 50% nos lucros, lembra.

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