A Exxon Mobil registrou lucro líquido de US$ 14,525 bilhões no segundo trimestre de 2026, ante US$ 4,183 bilhões no trimestre anterior. O lucro líquido por ação ajustado foi de US$ 3,52, abaixo da expectativa de analistas consultados pela FactSet, de US$ 3,56 por ação.
A receita total somou US$ 116,017 bilhões, ante US$ 81,506 bilhões no segundo trimestre de 2025. O resultado superou o consenso da FactSet, de US$ 109,937 bilhões.
A companhia informou que o fluxo de caixa das operações alcançou US$ 23,555 bilhões, enquanto o fluxo de caixa livre atingiu US$ 17,236 bilhões. No trimestre, a Exxon distribuiu US$ 9,4 bilhões aos acionistas, sendo US$ 4,3 bilhões em dividendos e US$ 5,1 bilhões em recompra de ações.
Segundo a empresa, o desempenho foi sustentado pela combinação de seu portfólio integrado, ganhos estruturais de eficiência e maior produção, apesar da volatilidade do mercado e das interrupções no Oriente Médio. A produção de petróleo e gás foi a mais alta em mais de duas décadas, desconsiderando os impactos na região, enquanto a produção na Bacia do Permian atingiu nível recorde. A companhia também destacou produção recorde de diesel no segundo trimestre e informou que a quinta plataforma flutuante (FPSO) na Guiana partiu para início de operação previsto para o quarto trimestre, acrescentando capacidade de 250 mil barris por dia.
O CEO da Exxon, Darren Woods, afirmou que a companhia respondeu às mudanças nas condições de mercado ao otimizar ativos, redirecionar produtos e manter investimentos em projetos considerados estratégicos, preservando a geração de caixa e fortalecendo o balanço.
Às 7h52 (de Brasília), no pré-mercado de Nova York, a Exxon caía 2,21%.
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