A candidata de direita Keiko Fujimori e o ultra conservador Rafael Lopez Aliaga lideravam a disputa para presidente nas eleições gerais do Peru, após apuração de mais de 53% dos votos.
Fujimori encabeçava a votação com 16,96%, segundo o estimativas preliminares da Oficina Nacional de Processos Eleitorais (ONPE), mas esse respaldo é insuficiente para garantir uma vitória no primeiro turno já que a lei exige 50% mais um do total de votos válidos.
Esta é a quarta vez que busca a presidência da candidatura da Força Popular e filha do ex-presidente Alberto Fujimori (1990-2000).
López Aliaga, candidato do partido Renovação Popular e ex-prefeito de Lima, aparecia em segundo lugar com 14,53% de apoio após uma campanha marcada pela alta dispersão do voto entre os 35 postulantes à presidência .
Em terceiro lugar estava o candidato Jorge Nieto Montesinos com 12,80% dos votos e com chances matemáticas de ingressar no segundo turno previsto para 7 de junho.
O Tribunal Eleitoral ordenou que a continuidade da votação em 13 colégios públicos que não abriram na véspera porque não haviam recebido as cédulas para votação.
No pleito, os peruanos também escolheram os membros de um Congresso que se tornou bicameral. De acordo com o Tribunal Eleitoral, mais de 6.000 candidatos postularam para ocupar as vagas de 130 deputados e outros 3.000 para os 60 postos no Senado.
O novo Senado não poderá ficar descontente. Destituir o mandato de presidente será mais fácil: antes eram necessários 87 votos de 130 parlamentares do Congresso unicameral e agora o Senado precisará de 40 votos do total de 60 senadores. O Senado também poderá revisar e modificar os projetos de lei adotados pela Câmara.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação da Broadcast
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