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O governo da Colômbia afirmou em comunicado que avalia a declaração de emergência em virtude dos "impactos econômicos derivados da dinâmica migratória regional" entre as medidas a serem tomadas após os ataques dos Estados Unidos à Venezuela, que culminaram na captura de Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores.
Em nota publicada na rede social X, o perfil oficial do governo colombiano destacou uma série de medidas como um contingente de 30 mil soldados na fronteira com a Venezuela, priorizando zonas críticas e a colocação das Forças Armadas do País em "primeiro grau" de alistamento para atender eventuais situações de segurança na zona de fronteira.
Do ponto de vista migratório, o País alterou de alerta amarelo para vermelho na rede de hospitais da região de fronteira, intensificou ações de "solidariedade" à população venezuelana por meio de programas humanitários, e reiterou as ações no front diplomático como a solicitação de uma reunião do Conselho de Segurança das Organizações das Nações Unidas (ONU), e da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac).
A nota do governo expressa ainda "total respaldo" ao presidente Gustavo Petro e rechaça as acusações feitas a ele. "O presidente Petro foi eleito democraticamente pelo povo colombiano e é quem tem liderado de forma mais contundente a luta contra o narcotráfico na história da Colômbia e na região", concluiu o texto.
No sábado, 03, ao comentar a operação contra Maduro, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que Petro precisava "ficar esperto" e acusou-o de produzir cocaína e enviá-la aos EUA.
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