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Haddad diz que Lula e Alckmin entraram nas negociações sobre vice e Senado em SP

O pré-candidato do PT ao governo de São Paulo e ex-ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou na quarta-feira, 27, que o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e o vice-presidente, Geraldo Alckmin, passaram a atuar diretamente para destravar o impasse sobre a segunda vaga ao Senado na chapa lulista no Estado e a escolha do vice.

Os nomes cotados são Márcio França (PSB), ex-ministro do Empreendedorismo, Simone Tebet (PSB), ex-ministra do Planejamento, e Marina Silva (Rede), ex-ministra do Meio Ambiente.

O impasse, porém, envolve França e Marina, que disputam a segunda vaga ao Senado - a primeira deve ficar com Tebet.

A escolha do vice de Haddad também segue indefinida após a recusa da ex-presidente da Sociedade Rural Brasileira (SRB), Teresa Vendramini (PDT).

"O próprio vice-presidente está envolvido, teve em casa esse final de semana. O presidente Lula também chamou para conversar", disse Haddad, após participar de uma roda de conversa na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), na capital paulista. "Eu vejo que as coisas estão indo bem. As pesquisas também estão saindo, isso também ajuda numa definição. Os partidos estão se movimentando."

As siglas que compõem a base do petista também têm pressionado por uma definição. No dia 22 de maio, a deputada federal Tabata Amaral (PSB-SP) cobrou por celeridade na decisão.

A parlamentar afirmou que o campo lulista não pode "perder tempo" com articulações internas diante de uma eleição difícil no Estado.

O próprio Haddad já afirmou que gostaria que a questão estivesse resolvida.

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