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Indexa/Broadcast: 77% dizem ter voto definitivo para presidente; 19% dizem que podem mudar

Para 77% dos eleitores brasileiros, o voto para presidente da República nas eleições de 2026 já está definido, enquanto para 19% o voto ainda pode mudar, mostra o levantamento da Indexa Pesquisas, encomendado pelo Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, e divulgado nesta quarta-feira, 26.

Trata-se do o primeiro levantamento fruto da parceria firmada entre a Broadcast e a Indexa Pesquisas para a divulgação de sondagens eleitorais qualitativas e quantitativas exclusivas sobre a corrida à Presidência da República.

De acordo com a sondagem, 81% dos eleitores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estão com o voto decidido, e 16% ainda podem mudar. Em relação ao candidato Flávio Bolsonaro (PL), 80% dos eleitores estão decididos, e 17% podem mudar.

O levantamento também mostra que 49% dos eleitores dizem que jamais votariam em Lula. Outros 38% dizem que com certeza votariam nele. São 10% que dizem que poderiam votar no petista, e 1% afirmam não conhecê-lo o suficiente.

Já 49% dos eleitores dizem que jamais votariam em Flávio. Outros 34% afirmam que com certeza votariam nele. E 13% declaram que poderiam votar em Flávio, e 3% dizem não conhecê-lo o suficiente.

Chama atenção o salto de Renan Santos (Missão) entre os eleitores que dizem que poderiam votar nele: na pesquisa feira pela Indexa em julho passado, eram 20%, e agora são 42%. Outros 4% com certeza votariam nele. Também diminuiu bastante o número dos que jamais votariam em Santos: eram 40% em julho, e agora são 30%. Outros 19% dizem não conhecê-lo o suficiente, enquanto em julho eram 32%.

Em relação a Romeu Zema (Novo), 38% jamais votariam, 27% poderiam votar, 29% não o conhecem o suficiente, e 2% com certeza votariam nele. Sobre Ronaldo Caiado (PSD), 36% jamais votariam nele, 34% poderiam votar, 24% não o conhecem o suficiente, e 1% com certeza votariam nele.

A pesquisa Indexa/Broadcast foi realizada entre 20 e 23 de agosto, na modalidade quantitativa e amostral. Foram 2.000 entrevistas individuais, por telefone e questionário estruturado. O índice de confiança é de 95%, com margem de erro de 2,2 pp. O registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é BR-06366/2026.

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