O Mandaloriano e Grogu, o primeiro filme de Star Wars a chegar às telonas em sete anos, estreou na última quarta-feira (21 de maio) e já está dando o que falar, mas não exatamente pelos motivos que a Disney esperava.
O filme, dirigido por Jon Favreau e estrelado por Pedro Pascal como o caçador de recompensas Din Djarin ao lado do adorável Grogu (o famoso "Baby Yoda"), arrecadou US$ 82 milhões no primeiro fim de semana nos Estados Unidos e deve fechar o feriado prolongado do Memorial Day com cerca de US$ 102 milhões no mercado americano e mais US$ 63 milhões no exterior. Parece muito dinheiro, certo? Só que é a pior estreia de um filme de Star Wars desde que a Disney comprou a franquia em 2012.
Até então, o recorde negativo pertencia a Han Solo: Uma História Star Wars, que abriu com US$ 84 milhões em 2018 — e acabou se tornando o primeiro filme da saga a dar prejuízo nos cinemas, fechando com US$ 392 milhões globais contra um orçamento perto de US$ 300 milhões.
O curioso é que o filme carrega uma aprovação de apenas 62% no Rotten Tomatoes, com críticas dizendo que funciona como um "episódio premium de duas horas" da série — confortável e divertido, mas sem grande ousadia. Ainda assim, o público parece mais generoso: nas redes, muitos elogiam a química da dupla protagonista e a presença de Sigourney Weaver no elenco.
O ranking de bilheteria do fim de semana ficou assim: O Mandaloriano e Grogu na liderança com US$ 82 milhões, seguido por Obsessão com US$ 22 milhões, Michael com US$ 20 milhões, O Diabo Veste Prada 2 com US$ 12,6 milhões e Ovelhas Detetives com US$ 8,9 milhões.
A grande questão agora é: Star Wars ainda tem fôlego para arrastar multidões aos cinemas, ou o público já se acostumou a ver a galáxia muito, muito distante pelo sofá de casa no Disney+? Os próximos fins de semana vão dizer.
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