Nicole Silveira não é favorita ao pódio do skeleton nos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão e Cortina, mas tem chance de trazer uma medalha inédita ao Brasil. Ela desafia, ao longo de quatro descidas entre esta sexta-feira e sábado, o poderio europeu em tentativa de colocar a América Latina no lugar mais alto possível da classificação.A gaúcha de 31 anos, que se mudou para o Canadá aos sete, detém a melhor colocação de uma piloto latino-americana em Olimpíadas, com o 13º lugar alcançado nos Jogos de Pequim-2022, sua estreia olímpica. Superar a própria marca já estaria de bom tamanho para ela."A gente, como uma nação pequena no esporte, está sempre competindo com outras nações maiores, que investem milhões. Fica um pouco mais difícil quando chega a Olimpíada. Mas acho que o fato de já ter e...