Um dia após se tornar o primeiro não europeu a apitar a Supercopa da Uefa, o somali Omar Artan celebrou o feito fazendo menção à Copa do Mundo. Escalado para o Mundial, ele foi deportado nos Estados Unidos e não pôde participar do torneio."Foi minha Copa do Mundo", escreveu Artan, junto do uniforme oficial do torneio, os cartões vermelho e amarelo e a medalha que recebeu diretamente de Aleksander Ceferin, presidente da Uefa.A nomeação de Artan para a partida, vencida pelo PSG sobre o Aston Villa, foi feita poucos dias após a deportação. A Uefa não relacionou o fato com o que aconteceu nos Estados Unidos, mas justificou com o acordo de cooperação que mantém com a Confederação Africana de Futebol (CAF).O movimento, porém, não deixa de ser uma sutil oposição à Fifa. Na época em que Artan foi ...