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Após licença para atuar como banco de investimento, Avenue busca custódia de ativos no exterior

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A Avenue recebeu do Banco Central (BC) a licença para atuar como banco de investimento. Com essa nova licença, a instituição poderá explorar novas áreas, como operações de câmbio mais independentes e novos produtos de financiamento cross-border, incluindo operações com stablecoins.

Em entrevista exclusiva ao Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, o fundador e CEO Roberto Lee afirmou que essa licença faz parte de um plano mais amplo de internacionalização dos investimentos dos clientes da Avenue. Lee explica que, nas próximas gerações, os brasileiros terão vidas financeiras além das fronteiras nacionais, e a licença atual é um passo estratégico para se preparar para esse movimento.

Em relação aos próximos passos, a Avenue visa a custódia de ativos no exterior, mas Lee ressalta: "Não sei se vai dar tempo de colocar tudo isso de pé em 2026". Além dos ativos tradicionais, a empresa está atenta aos ativos virtuais, especialmente as stablecoins - criptomoedas geralmente lastreadas em moeda fiduciária e projetadas para serem estáveis.

"As criptomoedas, as stablecoins, já estão presentes em nossas vidas, mas têm um volume pequeno comparado ao todo. Os ativos tradicionais são muito mais potentes e presentes. Acho que, ao longo dos anos, isso se inverte, mas é uma futurologia", diz o CEO.

O fundador da Avenue conclui a entrevista comentando que o objetivo final é expandir a infraestrutura brasileira para o exterior. Em sua visão, sem essa expansão, a instituição não conseguirá atender seus clientes brasileiros ao longo dos anos.

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