O Palmeiras iniciou com vitória por 2 a 1 sobre o Bahia neste domingo, em Salvador, uma desafiadora sequência como visitante. Agora, o líder do Brasileirão estreia na Libertadores, na quarta-feira, contra o Junior Barranquilla, na Colômbia, e depois, no domingo, encara o Corinthians em Itaquera, pela 11ª rodada do Brasileirão.
A programação apertada gerou novas críticas do técnico Abel Ferreira. "Somos um país de tamanho continental. Foram três horas para chegar aqui em Salvador, amanhã seis horas para jogar na Colômbia na quarta, depois seis horas para o Brasil e em dois dias jogar contra o Corinthians", afirmou o técnico português. "Acham que isso é correto? Isso é cuidar do futebol brasileiro e dos jogadores? Isso beneficia a qualidade do futebol brasileiro?"
Para o treinador, é necessário oferecer condições para que os jogadores possam atuar com intensidade. "Não estou pedindo uma semana de descanso. Estou pedido pelo menos três dias, assim vai dar para jogar com intensidade e qualidade. Temos que criar condições."
O português também reclamou da arbitragem e disse que vai continuar fazendo isso sempre que sentir necessidade. Ele citou o tempo de acréscimo dado por Lucas Casagrande. "Não entendo os oito minutos. Se somar os acréscimos de oito em oito assim em dez jogos temos mais um jogo nas pernas", afirmou ele, ressaltando que não houve parada para hidratação. "Ninguém percebeu isso? Não entendi e ninguém vai mudar, vou reclamar sempre que necessário."
Sobre a partida, Abel disse que o Bahia é uma equipe agressiva. "Jogamos várias vezes aqui em Salvador contra o Bahia. Nós vimos desde o início a intensidade que o Bahia jogou. É uma equipe agressiva, que joga excelente futebol. É um jogo sempre difícil, contra uma equipe bem montada."
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