A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento imediato do milho para pipoca da marca Provatti e proibiu a comercialização de suplementos alimentares da marca Nutricost em todo o país. A medida foi publicada no Diário Oficial da União e inclui recolhimento, apreensão e suspensão das vendas.
No caso da pipoca, a Anvisa identificou uma irregularidade na rotulagem. A embalagem informava que o produto "não contém glúten", mas também apresentava advertências sobre possível presença de trigo ou contaminação cruzada. A divergência pode representar risco para pessoas com doença celíaca ou restrições severas ao glúten. Por isso, a agência determinou a suspensão da venda, distribuição, divulgação e consumo de todos os lotes do produto.
Já os suplementos da marca Nutricost tiveram a comercialização proibida porque a Anvisa apontou que os produtos possuem fabricante desconhecido. Além da venda, também ficaram proibidas a fabricação, importação, distribuição, propaganda e uso desses suplementos, que eram ofertados principalmente por sites na internet.
A decisão ocorre justamente durante o período de festas juninas, quando o consumo de pipoca aumenta em todo o Brasil, levando órgãos de defesa do consumidor a reforçarem o alerta para que consumidores verifiquem os produtos adquiridos e acompanhem os comunicados oficiais sobre troca ou devolução.
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