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Diário de Notícias

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Ao chegarem a debate, Haddad foca em 4 anos de governo de concorrente e Tarcísio fala de futuro

O ex-ministro da Fazenda, Fernando Haddad, candidato pelo PT ao governo do Estado de São Paulo, e o atual governador do Estado, Tarcísio de Freitas, candidato à reeleição pelo Republicanos, chegaram há pouco à sede da Band, em São Paulo, onde participarão do primeiro debate da campanha eleitoral ao governo do Estado. Haddad afirmou que o momento é de avaliar a administração dos quatro anos do governo de seu oponente, enquanto Tarcísio focou mais suas palavras iniciais para o trabalho que pretende desempenhar no futuro, se reeleito.

Ambos expressaram expectativas positivas para o evento. Haddad disse a jornalistas que o debate será qualificado e mencionou que o evento realizado em 2022 foi elogiado. Já Tarcísio disse que o debate será de alto nível e que pretende fazer uma prestação de contas dos últimos quatro anos.

Primeiro a chegar, Haddad afirmou ser natural que questões nacionais acabem repercutindo nas eleições estaduais, mas frisou que deseja usar o debate para discutir propostas para o Estado, como segurança, saúde, economia e educação.

"Os governos estaduais, em geral, são os menos debatidos", disse o ex-ministro. "Diante disso, eu penso que os debates para discutir os governos estaduais têm uma importância até maior do que demais, porque é o único momento em que você efetivamente pode se debruçar sobre os dados do Estado, segurança, educação pública, saúde pública, economia do Estado, finanças do Estado, para apresentar para a sociedade, fazer um escrutínio disso, um balanço disso e apresentar alternativas", acrescentou.

Poucos minutos depois, Tarcísio, que lidera as intenções de voto, disse que a campanha tem que ser encarada com seriedade e que não se deve pautar por pesquisas. "A gente tem que trabalhar sempre com toda a humildade, tentando conquistar eleitores indecisos", disse.

Ao ser questionado sobre os recentes casos de sarampo detectados no Estado e qual era sua avaliação sobre um vídeo recente no qual ex-deputado Eduardo Bolsonaro critica a obrigatoriedade de vacinas no Brasil, o governador não mencionou Eduardo, somente afirmou que a vacina é "consagrada e testada" e que a vacinação é fundamental neste momento.

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