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As bolsas europeias fecharam o pregão desta sexta-feira, 30, em alta, à medida que os investidores monitoravam uma bateria de novos dados econômicos e a nomeação de Kevin Warsh para assumir a presidência do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) nos EUA. Além disso, o mercado também pondera a semana repleta de balanços das empresas do continente.
Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,51%, a 10.223,54 pontos. Em Frankfurt, o DAX ganhou 0,85%, a 24.515,73 pontos. Em Paris, o CAC 40 avançou 0,68%, a 8.126,53 pontos. Em Milão, o FTSE MIB avançou 1%, a 4.5527,42 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 teve alta de 0,2%, a 8.662,19 pontos. Em Madri, o Ibex 35 subiu 1,66%, a 17.880,90 pontos. As cotações são preliminares.
Os dados divulgados na manhã desta sexta-feira mostraram que a economia da zona do euro permanece resiliente, com Alemanha e Itália registrando um aumento no PIB acima do esperado, mesmo diante das pressões do presidente americano Donald Trump e suas ameaças tarifárias.
O chefe da Casa Branca classificou como "muito perigoso" o acordo entre Reino Unido e China anunciado na quinta, após visita do primeiro-ministro britânico a Pequim.
Trump também confirmou nesta sexta-feira que está nomeando o ex-diretor do Fed, Kevin Warsh, para suceder Jerome Powell na presidência do Fed. Para analistas do Charles Schwab, a questão que persiste é se Warsh adotará uma postura mais conservadora em relação à inflação como no passado. Ele atuou no banco central dos EUA durante a crise financeira de 2008.
No mercado corporativo, os papéis da Adidas subiram 3,69% no pregão em Frankfurt, após a empresa divulgar dados preliminares de vendas da marca esportiva acima do esperado para o quarto trimestre e anunciar recompra de ações no valor de 1 bilhão de euros. Na mesma linha, o banco espanhol CaixaBank informou resultados acima das expectativas em seu balanço, com as ações subindo 6,22%.
Limitam os ganhos o derretimento dos metais preciosos e industriais, que sofrem impacto da valorização do dólar americano e correção de rali recente. As ações de mineradoras acompanham a queda nos metais, com a Fresnillo perdendo 6% e a Glencore recuando 2%.
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