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Bolsas da Europa fecham em alta de olho em indicadores europeus e Warsh, com bancos em destaque

As bolsas europeias fecharam em alta nesta sexta-feira, 28, recuperando parte das perdas da véspera, com ações de luxo e bancos entre os destaques. O mercado também repercutiu o discurso do presidente do Federal Reserve (Fed), Kevin Warsh, que reforçou o compromisso com a meta de inflação de 2%, além de indicadores econômicos europeus.

Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,29%, a 10.824,26 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,82%, a 26.583,35 pontos. Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,98%, a 8.401,18 pontos. Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,67%, a 52.616,12 pontos. Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,91%, a 20.063,00 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 0,44%, a 9.430,91 pontos. As cotações são preliminares.

Em Paris, a EssilorLuxottica avançou 3,1% após anunciar programa de recompra de até 5 milhões de ações, enquanto Hermès também sustentou o CAC 40, com alta de 2,8%, em meio ao desempenho positivo do setor de luxo (+2,4%). Ativos franceses, porém, seguiram sob atenção sob expectativa de revisão do rating soberano pela Fitch e após pesquisa eleitoral ampliar preocupações fiscais.

Em Milão, Mediobanca (+1,1%), Unipol (+1,3%) e Monte dei Paschi (+0,3%) subiram, enquanto o mercado acompanhou a disposição da Generali (+0,5%) de avaliar a oferta do MPS pela Banca Generali. O setor bancário europeu subiu cerca de 1,2%. Em Londres, ações de defesa ficaram pressionadas após o governo britânico sinalizar que pode abandonar a meta de elevar os gastos militares a 3% do PIB até 2030. Babcock (-2,5%), BAE Systems (-2,9%) e QinetiQ (-0,9%) recuaram.

Na zona do euro, o índice de sentimento econômico subiu de 97,1 para 98,4 pontos em agosto, acima do esperado. Para a Capital Economics, o dado sugere crescimento trimestral do PIB de cerca de 0,3% e reforça a resiliência da economia apesar do choque de energia. A consultoria mantém a expectativa de alta de 25 pontos-base nos juros pelo Banco Central Europeu (BCE) em setembro. Na França, por outro lado, o PIB do segundo trimestre foi revisado para estabilidade, de alta de 0,2% na leitura preliminar.

*Com informações da Dow Jones Newswires

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