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China pede libertação imediata de Maduro e manifesta prontidão para defender princípios da ONU

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A China pediu que os Estados Unidos libertem o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa, Cilia Flores, imediatamente.

Em conferência diária, a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Mao Ning, disse nesta terça-feira, 06, que os EUA desconsideram o status de chefe de estado do presidente Maduro, processando-o abertamente e o submetendo a um chamado "julgamento" em um tribunal doméstico.

"Isso viola seriamente a soberania nacional da Venezuela e desestabiliza as relações internacionais. Nenhum país deve colocar suas regras internas acima do direito internacional", disse.

A China pediu ainda para que os EUA garantam a segurança pessoal de Maduro e de sua esposa, além de instar que o governo americano pare de derrubar o governo da Venezuela e resolva questões através do diálogo e da negociação.

A China ainda manifestou seu apoio ao Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas para que desempenhe seu papel de acordo com seu mandato.

"Estamos prontos para trabalhar com a comunidade internacional para defender firmemente a Carta da Organização das Nações Unidas (ONU), os princípios fundamentais da justiça internacional e a equidade internacional", afirmou a representante chinesa.

Forças armadas americanas capturaram no sábado, 3, Maduro e a primeira-dama da Venezuela e os levaram para os EUA, onde enfrentam acusações criminais.

Em relação a falas de Trump sobre a necessidade de assumir a Groenlândia por estar tomada de navios chineses, Mao Ning disse que a China insta os Estados Unidos a "pararem de usar a chamada "ameaça da China" como pretexto para buscar ganhos egoístas".

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