A China orientou seus cidadãos a deixarem o Irã "o mais rápido possível", em meio ao aumento dos riscos externos à segurança do país e à escalada de tensões no Oriente Médio. Em comunicado, o Ministério das Relações Exteriores e a embaixada chinesa em Teerã recomendaram que chineses evitem viajar ao território iraniano neste momento e que aqueles que já estão no país reforcem medidas de segurança e providenciem a saída imediata.
Segundo o governo chinês, representações diplomáticas no Irã e em nações vizinhas oferecerão assistência para a retirada por meio de voos comerciais ou rotas terrestres. O alerta ocorre em um contexto de crescente incerteza regional, após mais uma rodada de negociações nucleares entre Washington e Teerã terminar sem acordo. Novas negociações devem acontecer na próxima semana, em Viena.
Nos últimos dias, diferentes países também elevaram o tom de seus avisos consulares. A embaixada dos Estados Unidos em Israel autorizou a saída voluntária de funcionários, enquanto governos como os da Austrália e da Índia recomendaram que seus cidadãos evitem viagens à região.
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