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A Copa Libertadores da América pode voltar a contar com times dos Estados Unidos e México após mais de uma década. O presidente da Conmebol, Alejandro Domínguez, garantiu que vai pensar com carinho sobre a proposta de Jorge Más, empresário e um dos donos do Inter Miami, de Messi e Suárez, que lançou a ideia recentemente.
Os clubes da América do Norte não jogam a Libertadores desde a edição de 2016, mas não fizeram feio quando estiveram na competição, com os vices de Cruz Azul (2001, diante do Boca Juniors), Chivas Guadalajara (2010, contra o Internacional) e Tigres (2015, frente aos River Plate.
O Brasil garantiu o campeão nas últimas sete edições, com Flamengo, três vezes, Palmeiras, duas, Fluminense e Botafogo e vem mostrando soberania na competição. Ter rivais do México e Estados Unidos seria uma maneira de engrandecer ainda mais a Libertadores. Mas Domínguez faz importante ressalva.
"É uma questão que eles têm que falar dentro da Concacaf. Já foi feito no passado, mas a gente é muito respeitoso com as outras confederações. Mas, sim, é uma honra que equipes de outra confederação tenham a Libertadores como referência de competição internacional e mundial", disse o presidente da Concacaf ao portal Ge, neste domingo.
O dirigente paraguaio ainda explicou que a entidade não vê nenhum problema em aceitá-los de volta. "A porta ficou aberta, lembrem que eles estiveram aqui com a gente jogando até o ano 2017 (na verdade, até 2016), mas se eles querem voltar têm que voltar através da Concacaf", completou, evitando desentendimento com a entidade vizinha.
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