O consumidor brasileiro tem adotado uma postura mais cautelosa nas compras, optando por menos unidades e decisões mais planejadas. Mesmo quando a renda permite algum consumo extra, a escolha é feita com maior comparação de preços, avaliação de custo-benefício e preferência por produtos que realmente entreguem valor.
Esse comportamento é reflexo de um cenário de inflação persistente e orçamento apertado, que levou as pessoas a priorizar qualidade em vez de quantidade. Marcas próprias, embalagens menores e promoções ganharam espaço, enquanto compras por impulso perderam força. Para o mercado, o recado é claro: convencer o consumidor exige transparência, relevância e benefícios claros.
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