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Responsável pela transmissão de algumas das doenças que mais preocupam autoridades de saúde no Brasil, o mosquito Aedes aegypti segue no centro das atenções. Apesar de terem a mesma origem — a picada do mosquito —, dengue, zika e chikungunya são causadas por vírus diferentes. O que dificulta o diagnóstico inicial é que elas apresentam sintomas bastante parecidos, o que reforça a importância da informação e da procura por atendimento médico.
A dengue é conhecida principalmente pela febre alta repentina, dores intensas no corpo e na cabeça, fraqueza e, em alguns casos, sangramentos. Também podem surgir coceira e erupções na pele. A duração média da doença varia de sete a dez dias, e o tratamento se baseia em repouso, hidratação constante e acompanhamento médico, com atenção especial aos exames de sangue.
Já a chikungunya também provoca febre alta e fraqueza, mas se diferencia pelas dores muito fortes nas articulações, que podem persistir por meses, mesmo após o fim da fase aguda. Assim como na dengue, não há tratamento específico contra o vírus, e a orientação é repouso, ingestão de líquidos e controle dos sintomas.
A zika costuma apresentar quadros mais leves, com febre, dores no corpo, manchas na pele, coceira, conjuntivite e inchaço nos pés e articulações. A duração média é menor, entre cinco e sete dias. O tratamento segue o mesmo princípio: repouso e hidratação. Apesar disso, a doença exige atenção especial em gestantes, devido ao risco de complicações neurológicas em bebês.
Especialistas reforçam que, diante de sintomas como febre, dores no corpo ou manchas na pele, é fundamental evitar a automedicação e procurar uma unidade de saúde. Além disso, o combate aos focos do mosquito continua sendo a principal arma para prevenir as três doenças, com a eliminação de água parada e cuidados constantes em residências e espaços públicos.
Fonte: Ministério da Saúde
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