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Diário de Notícias

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Doenças respiratórias aumentam no outono com tempo seco e frio; especialistas alertam para prevenção

Com a chegada do outono e a queda das temperaturas em diversas regiões do Brasil, cresce também a incidência de doenças respiratórias típicas da estação. O clima mais frio, aliado ao tempo seco e à permanência prolongada em ambientes fechados, favorece a circulação de vírus e bactérias, aumentando os casos de gripes, resfriados e inflamações das vias aéreas.

Entre os problemas mais comuns nesta época do ano estão sinusite, amigdalite, laringite, bronquiolite e pneumonia. Segundo especialistas, a baixa umidade do ar resseca as mucosas do nariz e da garganta, reduzindo a proteção natural do organismo contra agentes infecciosos. Além disso, a poluição e a diminuição das chuvas contribuem para piorar quadros respiratórios, principalmente em crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas.

As gripes e os resfriados continuam sendo os principais responsáveis pela procura por atendimento médico durante o período. No entanto, casos mais graves, como pneumonia e bronquiolite, também preocupam as autoridades de saúde, especialmente pela maior demanda em hospitais e unidades de pronto atendimento. Médicos reforçam que sintomas persistentes, como febre alta, dificuldade para respirar e tosse intensa, exigem avaliação médica imediata.

Para reduzir os riscos, profissionais da saúde recomendam medidas simples, mas eficazes, como manter os ambientes ventilados, reforçar a alimentação, beber bastante água e umidificar o ar em locais fechados. A vacinação contra a gripe também é considerada essencial para evitar complicações, principalmente entre os grupos prioritários. Outro cuidado importante é manter cobertores e roupas de frio sempre limpos, evitando o acúmulo de poeira e ácaros.

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