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O dólar avança ante o real à casa dos R$ 5,37 por volta das 9h45 desta sexta-feira, 16, após cair de forma pontual nos primeiros negócios, com mínima a R$ 5,3650 (-0,06%) no mercado à vista. A moeda americana se alinha ao viés positivo externo frente outras moedas emergentes pares do real em meio à retomada das tensões geopolíticas.
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, conversou com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, sobre o Oriente Médio e o Irã e afirmou que Moscou está disposta a atuar na mediação e a promover um diálogo construtivo entre as partes envolvidas. Os EUA deslocaram ao menos um porta-aviões para o Oriente Médio em meio à escalada das tensões com o Irã. Ja as tropas europeias chegaram na noite de quinta-feira à Groenlândia, enquanto o presidente dos EUA, Donald Trump, pressiona pela sua aquisição ou anexação.
Os juros futuros sobem também após o IBC-BR de novembro acima da mediana projetada pelo mercado e com o avanço do dólar ante o real e dos rendimentos dos Treasuries, antes do fim de semana prolongado nos EUA em razão do feriado de Martin Luther King, na segunda-feira, 19, quando não haverá negócios no mercado de títulos e na NYSE. A força da atividade econômica deve reforçar a aposta em início de corte da Selic em março, o que beneficia o carry trade do Brasil e pode ainda ajudar o real ao longo do dia.
O IBC-Br subiu 0,68% em novembro, acima da mediana do mercado (0,35%), após queda revisada de 0,10% em outubro. No intervalo de 12 meses, o índice acumula alta de 2,39%, desacelerando frente aos 2,59% registrados até outubro.
O Índice de Preços ao Produtor recuou 0,37% em novembro, após queda revisada de 0,47% em outubro, segundo o IBGE. Com o resultado, o indicador acumula queda de 4,66% no ano e recuo de 3,38% em 12 meses.
Por outro lado, o IGP-10 subiu 0,29% em janeiro, após alta de 0,04% em dezembro, ficando próximo ao teto das expectativas (0,30%), com mediana de 0,23% e piso de 0,04%. No ano, o índice acumula alta de 0,29% e, em 12 meses, queda de 0,99%.
Os bancos pagarão R$ 148 milhões ao INSS como ressarcimento pelos custos da operacionalização de empréstimos consignados a segurados e pensionistas, segundo o presidente do INSS, Gilberto Waller. O órgão também iniciou a cobrança de multas a cartórios que não alimentam o sistema de registro civil obrigatório desde 2019, o que pode render ao INSS entre R$ 2,8 bilhões e R$ 14 bilhões.
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