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Diário de Notícias

DN.

Especialistas apontam que orçamento militar é insuficiente diante de "ameaça russa"

Um plano de defesa do Reino Unido anunciado nesta terça-feira inclui um aumento de 15 bilhões de libras nos gastos militares. Entretanto, o plano não prevê o compromisso de elevar os gastos com defesa para 3% do PIB até 2030, um dos fatores que levaram John Healey a renunciar ao cargo de secretário de Defesa do Reino Unido em 11 de junho.

Segundo o plano, os gastos com defesa chegarão a 2,7% do PIB até 2029. O premiê Keir Starmer afirmou que a meta de 3% será alcançada "no próximo Parlamento", período que pode se estender até 2034. O Reino Unido mantém o compromisso de atingir a meta da Otan de 3,5% do PIB até 2035, embora ainda não esteja claro como isso será viabilizado.

O governo informou que os novos recursos elevarão os investimentos em defesa para quase 300 bilhões de libras nos próximos quatro anos.

O Reino Unido e outros membros da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) enfrentam pressão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para ampliar os gastos militares. Trump há muito questiona o valor da aliança militar e afirma que os Estados Unidos garantem a segurança de países europeus que não contribuem de forma suficiente.

O general reformado Richard Barrons, que ajudou a liderar uma revisão da política de defesa que antecedeu o plano de investimentos, afirmou que "é preciso encontrar mais recursos para a defesa o quanto antes".

"Não estamos acompanhando nossos aliados, certamente não estamos acompanhando nossos adversários, e sabemos que os Estados Unidos não virão mais salvar a segurança europeia diante da ameaça russa", disse à BBC.

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação da Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

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