As Forças Armadas dos EUA e da Coreia do Sul encerraram nesta sexta-feira (21) seus exercícios anuais seis dias antes do previsto inicialmente, em um gesto conciliatório em direção à Coreia do Norte - embora Pyongyang diga que a medida não é suficiente para convencê-la a voltar às negociações.
O presidente dos EUA, Donald Trump, havia ordenado de forma abrupta que o Pentágono "reduzisse substancialmente" o exercício Ulchi Freedom Shield pouco antes de ele começar, na segunda-feira, 17. Trump citou uma boa relação com o líder norte-coreano, Kim Jong Un, e a recusa da Coreia do Sul em apoiá-lo na guerra contra o Irã.
O exercício deste mês, segundo relatos, estava inicialmente programado para ocorrer em duas fases ao longo de 11 dias, simulando ataques norte-coreanos - a primeira parte até sexta-feira, com operações defensivas, e a segunda até 27 de agosto, com operações de contraofensiva. A Coreia do Norte é extremamente sensível à segunda fase.
Seul e Washington também planejavam realizar 14 exercícios conjuntos de treinamento em campo durante o período do Ulchi Freedom Shield, mas concordaram em reduzi-los pela metade, de acordo com os militares sul-coreanos. Fonte: Associated Press.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.
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