O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, disse nesta quinta-feira, 26, que os processos envolvendo os dois ex-servidores da autarquia acusados de conluio com o Banco Master estão sendo conduzidos pela Controladoria-Geral da União (CGU) e Polícia Federal, após uma auditoria interna sobre o tema.
"A gente passou o processo para a CGU e, agora, a CGU vai dar continuidade, do ponto de vista legal, àquilo que se refere à questão administrativa. Do ponto de vista criminal, é uma investigação que segue com a Polícia Federal", disse o banqueiro central, em entrevista coletiva sobre o Relatório de Política Monetária (RPM).
O próprio BC identificou indícios de que o ex-diretor de Fiscalização Paulo Souza e o então chefe do departamento de Supervisão Bancária, Belline Santana, teria recebido vantagens ilícitas para atuar em favor do Banco Master dentro da própria instituição.
A autarquia enviou as suspeitas para a CGU, que apura o caso, como mostrou o Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.
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