A Lei Paulo Gustavo tem sido apontada por gestores e produtores como um dos principais motores da retomada cultural no Brasil. Estados e municípios avançam na execução de editais que destinam recursos ao audiovisual, às artes cênicas, à música e a iniciativas culturais independentes, ampliando o alcance de projetos que haviam sido interrompidos nos últimos anos.
Os investimentos têm permitido a reativação de produções locais, a circulação de espetáculos e a geração de emprego e renda no setor cultural. Em muitas cidades, os recursos estão sendo aplicados tanto em novas criações quanto no fortalecimento de coletivos, espaços culturais e festivais regionais, descentralizando o acesso aos mecanismos de fomento.
De acordo com o Ministério da Cultura, a lei foi estruturada para garantir agilidade na liberação dos recursos e estimular a diversidade cultural, priorizando projetos que valorizem identidades regionais e linguagens artísticas variadas. O foco no audiovisual, um dos setores mais afetados pela pandemia, tem sido destacado como estratégico.
Produtores culturais avaliam que a Lei Paulo Gustavo representa não apenas um reforço financeiro, mas também um sinal de valorização da cultura como política pública. A expectativa é que a execução integral dos recursos contribua para consolidar a retomada do setor e fortalecer a economia criativa em diferentes regiões do país.
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