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Diário de Notícias

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Medicamentos ficam mais caros em abril, mas abaixo da inflação

O mês de abril começa com um impacto direto no bolso dos brasileiros, especialmente para quem depende de uso contínuo de remédios.

Desde o dia 1º de abril, passou a valer a autorização para o reajuste nos preços dos medicamentos em todo o país. O aumento, definido pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed), pode variar entre 1,13% e 3,81%, dependendo da categoria do produto.

Embora os índices possam parecer modestos à primeira vista, o impacto no orçamento das famílias tende a ser significativo, principalmente para idosos e pacientes com doenças crônicas, que precisam adquirir medicamentos com frequência.

O que fazer para economizar?

Especialistas e consumidores recomendam pesquisar preços em mais de uma farmácia e também na internet antes de comprar. Em cidades com muitas farmácias, a concorrência tende a ser maior, o que abre espaço para encontrar preços mais acessíveis.

Segundo o economista Leandro Maia, quando o consumidor pesquisa e compara, ele pressiona indiretamente as empresas a praticarem preços mais competitivos — uma forma eficiente de reduzir o impacto dos reajustes no bolso.

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