A jornalista Leilane Neubarth participou do podcast Tantos Tempos e deu uma rara declaração sobre seu relacionamento com outra mulher. Atualmente, ela vive um romance discreto e longe dos holofotes com a arquiteta e iluminadora Mari Pitta.
Durante o papo, Leilane disse que muitas pessoas a chamaram de "corajosa" após ela assumir que namora mulheres, mas ela descarta o título.
"Gente, primeiro que eu não sou corajosa. Quando eu descobri que eu tinha atração por mulher, que eu fui experimentar esta afeição e vi que eu gostava, eu não tinha por que me esconder. Eu pago minhas contas, eu cuido da minha vida, eu resolvo minha vida, eu sou dona do meu nariz desde que eu tinha 19 anos. Não vou viver, aos 50, escondida."
Segundo ela, muitos também especularam qual seria o posicionamento da Rede Globo, empresa na qual trabalha, com a revelação. No entanto, ela disse que a única preocupação eram seus dois filhos, que reagiram bem.
"Eu vinha de uma separação do meu segundo marido, com quem vivi por 22 anos, e eu estava em uma fase triste. Os meus filhos me viram muito feliz. Então, teve um dia que eu falei: 'Senta aqui, mamãe vai contar por que está feliz'. E contei que estava apaixonada por uma moça. Foi uma conversa longa. O mais velho nem ligou, falou que está tudo bem. O mais novo, como era filho deste segundo marido, ficou um pouco quieto. Dois dias depois, ele me ligou e disse que, se era o que me fazia feliz, estava tudo bem para ele."
Hoje aos 67 anos, Leilane também reforça que nunca foi infeliz em seus casamentos anteriores. Ela foi casada com Bruno Saturnino Braga, pai de Raphael e, depois, com Olívio Petit, pai de Bernardo.
"Eu brinco que Deus foi muito generoso comigo. Eu vivi metade da minha vida como heterossexual, casada. As pessoas perguntam [se eu] era infeliz no meu casamento. Deixa eu deixar bem claro: não, gente, eu não era infeliz. Eu gostava muito, eu amava meu marido verdadeiramente e amava minha vida. Eu não tenho nada contra homem. Só que eu não conhecia outra coisinha maravilhosa que, de repente, aos 50 anos, descobri."
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