Enquanto Rio e São Paulo brigam pelas atenções do turismo internacional, um estado vizinho estava sendo descoberto pelo mundo em silêncio. E agora o segredo acabou.
A Condé Nast Traveler enfatiza que Minas Gerais é "um dos tesouros mais subestimados do Brasil", ressaltando seu patrimônio histórico, sua cena gastronômica reconhecida pela Unesco e o estilo de vida acolhedor que transforma cada viagem em uma vivência afetiva e memorável.
A curiosidade maior é o que chamou a atenção da revista — não foram as praias nem o carnaval, mas os botecos. A Condé Nast Traveler afirma que Belo Horizonte vem se transformando de forma discreta em um destino imperdível, impulsionada pela cultura dos botecos. Segundo a revista, bares simples e, muitas vezes, pouco conhecidos são responsáveis por servir comida de qualidade e cerveja sempre gelada, criando uma identidade gastronômica própria.
E o estado ainda guarda um trunfo que pouca gente conhece fora do Brasil. Em Minas, essa essência se revela na gastronomia, com destaque para Belo Horizonte, laureada com o título de Cidade Criativa da Gastronomia, e os Modos de Fazer o Queijo Minas Artesanal, eleitos Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela Unesco.
Quem quiser planejar a viagem, há um detalhe precioso no calendário. A Condé Nast Traveler orienta que o período entre maio e setembro apresenta temperaturas mais amenas, embora Minas Gerais seja descrita como um destino atraente durante todo o ano. Ou seja, o momento é agora — literalmente.
E a tendência vai além de Minas. O Ministério do Turismo, em sua Revista Tendências do Turismo 2026, reforça um interesse elevado dos viajantes por destinos naturais e menos populares, bem como por viagens mais longas, autênticas e com propósito, num movimento que favorece o Brasil justamente por sua diversidade de paisagens.
O mundo bateu à porta de Minas Gerais. O boteco, o queijo artesanal e a serra mineira nunca estiveram tão na moda.
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