O Tribunal Eleitoral do Peru anunciou nesta quinta-feira, 14 que no domingo, 17, proclamará os dois candidatos que disputarão a presidência no segundo turno de 7 de junho, após o Ministério Público peruano pedir na terça-feira mais de cinco anos de prisão para o candidato nacionalista Roberto Sánchez.
Sánchez é acusado de declarar informações falsas às autoridades eleitorais sobre supostas contribuições monetárias de seus partidários entre 2018 e 2020.
A três dias do prazo estabelecido pelas autoridades para anunciar quem serão os dois candidatos, o procurador-geral Tomás Gálvez disse em coletiva de imprensa que Sánchez está beneficiado pela presunção de inocência, mas que essa condição mudará se ele for condenado em um julgamento. "Ele leva sua vida normal, continua como candidato, continua sua atividade política sem nenhum problema, agora se o julgamento terminar e ele for condenado, aí sim já é outra coisa", afirmou Gálvez.
Segundo os argumentos do Ministério Público, Sánchez e seu irmão mais novo, William, teriam recebido mais de US$ 59 mil em contribuições dos integrantes da agremiação para atividades partidárias, mas que não foram declaradas em relatórios financeiros às autoridades eleitorais.
Sánchez e o candidato ultraconservador Rafael López Aliaga disputam voto a voto sua passagem para o segundo turno de 7 de junho para disputar a presidência com a conservadora Keiko Fujimori, segundo contagem oficial.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação da Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado).
0 Comentário(s)