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Pragas urbanas aumentam riscos à saúde e exigem atenção redobrada da população

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Insetos e pequenos animais que se proliferam nos centros urbanos representam uma ameaça constante à saúde pública. Conhecidas como pragas urbanas, essas espécies encontram nas cidades o ambiente ideal para se reproduzir, especialmente em períodos de chuvas e altas temperaturas.

Entre as pragas mais comuns estão ratos, baratas, moscas, mosquitos (pernilongos), formigas, cupins, carrapatos, aranhas e traças. A presença desses animais está associada à transmissão de diversas doenças, como dengue, febre amarela, leptospirose, chikungunya, hantavirose, peste bubônica, verminoses, disenteria e febre tifoide.

De acordo com especialistas em saúde ambiental, o crescimento desordenado das cidades, o acúmulo de lixo e a falta de saneamento básico contribuem diretamente para o avanço dessas pragas. Além do incômodo, elas representam um sério risco, principalmente para crianças, idosos e pessoas com imunidade baixa.

Prevenção é a melhor forma de combate

Medidas simples podem reduzir significativamente a proliferação desses animais:

  • Contra baratas: manter o lixo bem fechado e vedar frestas e ralos.
  • Contra moscas: evitar o acúmulo de lixo e restos de alimentos.
  • Contra formigas: higienizar superfícies com produtos à base de cloro e não deixar alimentos expostos.
  • Contra pernilongos: eliminar água parada e colocar areia nos pratos de plantas.

Autoridades de saúde reforçam que o combate às pragas urbanas começa dentro de casa. Pequenas atitudes diárias fazem diferença não apenas para o bem-estar, mas também para a prevenção de surtos e epidemias.

Cuidar do ambiente é, acima de tudo, cuidar da própria saúde.

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