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Diário de Notícias

DN.

Primeiro-ministro da China pede aplicação em escala e comercial da IA na economia

O primeiro-ministro da China, Li Qiang, defendeu nesta quarta-feira, 11, a ampliação do uso da inteligência artificial (IA) em diferentes setores da economia e pediu a aceleração da aplicação "em escala e comercializada" da tecnologia no país. Ao presidir uma sessão de estudo temático do Conselho de Estado, em Pequim, Li afirmou que é preciso "promover de maneira abrangente a inovação tecnológica, o desenvolvimento industrial e a aplicação capacitadora da IA", com o objetivo de "cultivar e fortalecer novas forças produtivas" e impulsionar o crescimento de alta qualidade.

Segundo comunicado do governo chinês, o dirigente afirmou que o rápido avanço da IA "está, de forma silenciosa, porém profunda, transformando os modos de produção e de vida da humanidade", demonstrando "forte capacidade tecnológica e potencial de capacitação". Li destacou que, nos últimos anos, a China tem implementado a iniciativa "Inteligência Artificial +", que impulsionou novos setores e modelos de negócios.

O premiê ressaltou que é necessário "promover avanços em toda a cadeia e sua implementação em todos os cenários", a fim de liberar maior potencial de desenvolvimento. Ele também pediu que o país "impulsione a aplicação em escala e a comercialização" da tecnologia, além de expandir mais cenários de aplicação de alto valor.

Li defendeu ainda a consolidação da base tecnológica, com avanço em algoritmos, maior oferta de dados de alta qualidade e melhoria do desempenho de grandes modelos. Também cobrou a formação de um ecossistema industrial integrado e a coordenação de recursos como dados, computação, energia e redes.

Por fim, afirmou que é preciso "manter a coordenação entre desenvolvimento e segurança", fortalecer a governança da IA e aperfeiçoar leis, regulamentos e diretrizes éticas para garantir bases sólidas à expansão da tecnologia no país.

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