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Diário de Notícias

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Sarampo volta a acender alerta e vacinação permanece como principal forma de prevenção

O sarampo é uma doença viral altamente contagiosa que pode atingir pessoas de qualquer idade e provocar complicações graves, principalmente em crianças pequenas e pessoas com o sistema imunológico comprometido. A transmissão ocorre pelo ar, por meio de secreções respiratórias liberadas quando uma pessoa infectada tosse, espirra, fala ou respira, o que facilita a rápida disseminação do vírus em ambientes com indivíduos não imunizados.

Os sintomas geralmente incluem febre, tosse persistente, coriza, irritação nos olhos e manchas avermelhadas na pele. Pequenos pontos esbranquiçados na parte interna das bochechas, conhecidos como manchas de Koplik, também podem surgir. Em quadros mais graves, a infecção pode provocar complicações como pneumonia, infecções de ouvido, encefalite e outros problemas capazes de levar à hospitalização e, em determinadas situações, à morte.

Não existe um medicamento antiviral específico para eliminar o vírus do sarampo. O atendimento é direcionado ao controle dos sintomas, à hidratação e ao acompanhamento de possíveis complicações. A vitamina A pode ser indicada em determinadas situações, especialmente para crianças diagnosticadas com a doença, mas sua administração deve seguir orientação dos serviços de saúde.

A vacinação é a principal forma de prevenção. No Brasil, imunizantes que protegem contra o sarampo fazem parte do Calendário Nacional de Vacinação e estão disponíveis gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Manter as doses recomendadas atualizadas é fundamental para impedir que o vírus volte a circular de maneira sustentada no país.

Diante de sintomas compatíveis, a orientação é procurar atendimento de saúde e informar previamente a suspeita, sempre que possível, para que sejam adotadas medidas destinadas a evitar a exposição de outras pessoas. A manutenção de altas coberturas vacinais continua sendo essencial para prevenir surtos e proteger especialmente quem apresenta maior risco de desenvolver formas graves da doença.

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