Ontem, 4 de maio, foi comemorado o Star Wars Day no mundo todo. Mas a história por trás da data é muito mais curiosa e acidental do que a maioria das pessoas imagina.
A origem do Star Wars Day não partiu dos criadores dos filmes, mas sim da política britânica. O primeiro registro público do trocadilho ocorreu em 4 de maio de 1979, quando o partido de Margaret Thatcher publicou um anúncio de página inteira em um jornal de Londres para parabenizá-la pela eleição como primeira-ministra. A mensagem dizia: "May the Fourth Be with You, Maggie. Congratulations." Era apenas um trocadilho político — e sem querer, marcou para sempre uma data no calendário da cultura pop mundial.
Mas o que poucos sabem é que o próprio filme de 1977 quase não foi exibido. Nos meses que antecederam a estreia, os exibidores mais experientes pensavam que Star Wars fosse um filme infantil. O elenco não significava nada e ninguém sabia quem era George Lucas. A descrença era tamanha que Star Wars estreou em apenas 42 salas dos Estados Unidos, por insistência da Fox, para então se expandir e atingir a conta máxima de 1.750 salas em todo o território americano.
Até os amigos de Lucas duvidaram. "Que m*** é essa?! Isso não faz sentido! Nonsense! Do que isso se trata?!", teria dito Brian De Palma ao ler o roteiro de Guerra nas Estrelas.
E agora, quase 50 anos depois, após sete anos sem um filme nas telonas desde A Ascensão Skywalker, a franquia volta com Star Wars: O Mandaloriano e Grogu, que estreia nos cinemas brasileiros no dia 21 de maio.
Da sala de 42 cinemas que ninguém queria, para uma das maiores franquias da história. E tudo começou com um trocadilho num jornal britânico.
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