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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira que a operação militar realizada na Venezuela envolveu "muitos soldados no terreno" e resultou na morte de militares estrangeiros. Segundo ele, "muitos soldados cubanos foram mortos" durante a ação, ao comentar os desdobramentos da ofensiva americana no país sul-americano realizada no último sábado.
Trump também usou as declarações, feitas em evento para integrantes do Partido Republicano, para reforçar sua defesa de um fortalecimento acelerado da indústria bélica dos EUA. De acordo com o presidente, o país "tem as melhores armas do mundo", mas enfrenta lentidão excessiva na produção de equipamentos militares. "Leva um tempo para fabricar armas", disse, ao criticar os prazos atuais da indústria de defesa.
O presidente afirmou que pretende adotar uma postura mais dura com as empresas do setor. "Vou dizer aos contratantes de defesa para construírem mais rápido" e acrescentou que será "muito duro com as companhias de defesa". Na avaliação de Trump, alguns dos principais programas militares demoram demais para sair das linhas de produção. "O caça F-35 e o helicóptero Apache levam tempo demais para serem feitos", declarou, ao defender mudanças no ritmo de fabricação.
Além do tema militar, Trump voltou a destacar os efeitos das tarifas comerciais sobre a economia americana. Segundo ele, "temos US$ 650 milhões que entraram ou que vão entrar em breve no nosso país vindos de tarifas", apontando a arrecadação como um benefício direto da política comercial adotada por seu governo.
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