Os presidentes dos EUA, Donald Trump, e da Ucrânia, Volodimir Zelenski, se reunirão nesta terça-feira, 28, na Casa Branca, antes do funeral do senador Lindsey Graham. Será o segundo encontro entre ambos neste mês e ocorre após uma ativista de extrema-direita, que tem acesso direto ao presidente dos EUA, mudar drasticamente de opinião - de forma amplamente divulgada - sobre a guerra da Rússia contra a Ucrânia.
Zelenski agora conta com o apoio de uma fonte incomum: Laura Loomer, conhecida principalmente por suas postagens incendiárias nas redes sociais e por sua influência junto ao presidente. Viajando pela Ucrânia, Loomer testemunhou pessoalmente a ofensiva de Moscou e entrevistou Zelenski, admitindo ter sido "enganada pela propaganda russa".
Loomer disse ter conversado com Trump após se encontrar com Zelenski na Ucrânia na semana passada e também espera se reunir com o presidente dos EUA assim que retornar de sua viagem. "As coisas parecem boas para a Ucrânia, não é?", disse Loomer em entrevista à Associated Press. "A perspectiva para essa reunião no Salão Oval parece muito boa."
Antes da reunião, Zelenski alertou que a Rússia tem ajudado o Irã durante a guerra, capturando imagens de satélite de bases americanas na região do Golfo que posteriormente aparecem em posse do Irã. O presidente ucraniano afirmou ainda haver uma "correlação clara" entre as imagens obtidas pela Rússia e os ataques iranianos subsequentes.
Na segunda-feira, 27, no entanto, Trump minimizou qualquer impacto de uma possível assistência russa ao Irã. "Não acho que eles tenham feito isso, certamente não em grande escala. E, se o fizeram, isso não teve impacto algum", ponderou, acrescentando que, de qualquer maneira, abordará a questão com o presidente russo, Vladimir Putin. Fonte: Associated Press.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.
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