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Imunização salva milhões de vidas e continua essencial para prevenir doenças graves

Imunização salva milhões de vidas e continua essencial para prevenir doenças graves

A vacinação é considerada uma das maiores conquistas da saúde pública e permanece entre as estratégias mais eficientes para prevenir doenças, reduzir internações e evitar mortes. Estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que a imunização evita entre 4 milhões e 5 milhões de mortes todos os anos, protegendo pessoas de diferentes faixas etárias contra enfermidades potencialmente graves.

Atualmente, existem vacinas capazes de prevenir mais de 20 doenças, entre elas sarampo, poliomielite, difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e diferentes formas de meningite. Além da proteção individual, altas coberturas vacinais ajudam a diminuir a circulação de agentes infecciosos, beneficiando inclusive pessoas que não podem receber determinados imunizantes por razões médicas.

O sarampo é um exemplo do impacto alcançado pelos programas de vacinação. Segundo dados de organismos internacionais de saúde, a ampliação da imunização contribuiu para uma queda expressiva das mortes provocadas pela doença nas últimas décadas. Por ser extremamente contagioso, porém, o sarampo exige cobertura vacinal próxima de 95% para reduzir o risco de surtos e interromper a transmissão sustentada.

Os benefícios também chegam à economia. Ao evitar infecções e complicações, a vacinação reduz a necessidade de consultas, medicamentos e hospitalizações, além de diminuir afastamentos do trabalho e da escola. Investir em imunização, portanto, representa não apenas uma estratégia de proteção à saúde, mas também uma forma de reduzir custos sociais e econômicos associados às doenças evitáveis.

No Brasil, as autoridades de saúde recomendam que a população verifique regularmente a caderneta de vacinação e procure uma unidade do Sistema Único de Saúde (SUS) para atualizar eventuais doses atrasadas. Quando uma parcela elevada da população está protegida, diminuem as oportunidades para a circulação de diversas doenças. Manter a vacinação em dia é, portanto, uma medida de proteção individual e coletiva.

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