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Malária exige atenção: doença transmitida por mosquito pode evoluir para quadros graves

Malária exige atenção: doença transmitida por mosquito pode evoluir para quadros graves

A malária é uma doença infecciosa causada por protozoários do gênero Plasmodium e transmitida principalmente pela picada da fêmea infectada do mosquito Anopheles. No Brasil, a maior parte dos casos está concentrada na região Amazônica, onde fatores ambientais favorecem a presença do mosquito transmissor. Apesar de ter tratamento e cura, a doença pode evoluir rapidamente e provocar complicações quando o diagnóstico é tardio.

Entre os principais sintomas estão febre alta, calafrios, suor intenso, dor de cabeça, dores no corpo e náuseas. As manifestações podem aparecer de forma cíclica, acompanhando diferentes etapas da multiplicação do parasita no organismo. Como os sintomas iniciais podem ser confundidos com outras infecções, é importante procurar atendimento de saúde, especialmente após permanecer em áreas onde existe transmissão da doença.

O ciclo começa quando uma fêmea do mosquito Anopheles infectada pica uma pessoa e transmite o parasita. O Plasmodium passa por diferentes fases no organismo humano e atinge as células do sangue. Quando outro mosquito pica uma pessoa infectada, pode adquirir o parasita, que continua seu desenvolvimento no inseto. Posteriormente, esse mosquito poderá transmitir a infecção ao picar outro indivíduo, mantendo o ciclo da doença.

O diagnóstico precoce é fundamental para evitar formas graves da malária. O tratamento varia conforme a espécie do parasita, a gravidade do quadro e características do paciente e deve ser definido por profissionais de saúde. Sem assistência adequada, determinados tipos da doença podem provocar anemia grave, alterações neurológicas, insuficiência de órgãos e até levar à morte.

A prevenção inclui medidas para reduzir o contato com o mosquito, como uso de repelentes, mosquiteiros, telas em portas e janelas e roupas que protejam braços e pernas, principalmente nos horários de maior atividade do vetor. Em áreas de transmissão, vigilância epidemiológica, diagnóstico rápido e tratamento correto dos pacientes também são fundamentais para interromper o ciclo e diminuir o número de casos.

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