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Julio Casares ficou perto de se tornar o primeiro presidente destituído em impeachment na história do São Paulo, mas preferiu seguir o mesmo passo de antecessores e renunciou ao cargo, cinco dias após ter a destituição aprovada no Conselho Deliberativo. Ele estava afastado e esperava realização de Assembleia de sócios, prevista para o início de fevereiro, para saber se a decisão seria referendada ou não.
Antes de Casares, o clube do Morumbi já passou por 10 renúncias de mandatário. A primeira delas ocorreu em março de 1935, onde João Baptista da Cunha Bueno, apenas o segundo presidente da equipe paulista, deixou o cargo que ocupava depois de oito meses.
Já a última renúncia, aconteceu em outubro de 2015, quando Carlos Miguel Cástex Aidar saiu da presidência por conta de diversas acusações de corrupção da sua gestão.
O único mandatário que renunciou duas vezes foi Paulo Machado de Carvalho, ex-empresário que dá nome ao Estádio do Pacaembu. Após sair da função de presidente em novembro de 1940, ele retornou ao cargo no final de 1946 e saiu novamente em setembro de 1947.
Depois da renúncia de Aidar, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, presidiu o São Paulo de 2015 a 2020. Ele antecedeu a chegada de Julio Casares, que se encontra na presidência desde 1º de janeiro de 2021.
Depois da derrota para o Mirassol na estreia, o clube da capital paulista retorna aos gramados nesta quinta-feira, 15, pela segunda rodada do Campeonato Paulista. Às 21h45 (de Brasília), o time recebe o São Bernardo no MorumBis.
Confira todas as renúncias de presidente do São Paulo na história:
João Baptista da Cunha Bueno - 1935
Manoel do Carmo Mecca - 1936
Frederico Antônio Germano Menzen - 1938
Cid Mattos Vianna - 1938
Piragibe Nogueira - 1940
Paulo Machado de Carvalho - 1940
Décio Pacheco Pedroso - 1946
Roberto Gomes Pedroza - 1946
Paulo Machado de Carvalho - 1947 (segunda renúncia)
Carlos Miguel Cástex Aidar - 2015
Julio Casares - 2026
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