As vendas internas de aço no Brasil ficaram estáveis em julho de 2026, frente ao apurado em igual mês de 2025, mantendo o patamar de 1,9 milhão de toneladas, aponta o Instituto Aço Brasil. O consumo aparente de produtos de aço no País, por sua vez, foi de 2,2 milhões de toneladas, 4,7% inferior ao apurado no mesmo período de 2025.
A produção brasileira de aço bruto em julho foi de 2,8 milhões de toneladas, com alta de 0,1% na comparação anual. Já a produção de laminados foi de 2,1 milhões de toneladas, 3,2% superior à registrada em julho de 2025. Enquanto isso, a produção de semiacabados para vendas totalizou 701 mil toneladas, retração de 3,6% na mesma base de comparação.
As importações de julho foram de 383 mil toneladas e de US$ 374 milhões, uma redução de 37,8% em volume e de 33,1% em valor na comparação com o registrado em julho de 2025.
Já as exportações de julho de 2026 foram de 1 milhão de toneladas, ou US$ 692 milhões, o que resultou em queda de 2,6% e de 5,2%, respectivamente, na comparação com o ocorrido no mesmo mês de 2025.
Acumulado
No acumulado de janeiro a julho de 2026, a produção nacional de aço bruto foi de 19,1 milhões de toneladas, com queda de 1,2% frente ao mesmo período do ano anterior. A produção de laminados no mesmo período foi de 13,4 milhões de toneladas, redução de 3% em relação ao registrado no mesmo acumulado de 2025. A produção de semiacabados para vendas totalizou 5 milhões de toneladas de janeiro a julho de 2026, aumento de 5,5% na mesma base de comparação.
As vendas internas totalizaram 12,3 milhões de toneladas de janeiro a julho de 2026, registrando estabilidade quando comparadas com igual período do ano anterior. O consumo aparente nacional de produtos de aço foi de 15,2 milhões de toneladas no acumulado até julho de 2026, o que representa queda de 5% frente ao registrado no mesmo período de 2025.
As importações alcançaram 3,3 milhões de toneladas no acumulado até julho de 2026, uma queda de 20,3% frente ao mesmo período do ano anterior. Em valor, as importações atingiram US$ 3,2 bilhões e recuaram 15% no mesmo período de comparação.
As exportações de janeiro a julho de 2026 atingiram 6,4 milhões de toneladas, ou US$ 4,2 bilhões. Esses valores representam, respectivamente, crescimento de 2,4% e queda de 3,6% na comparação com o mesmo período de 2025.
*Conteúdo elaborado com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado
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